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sábado, 22 de novembro de 2008

COMO MONTAR UM PROCESSO DE LICITAÇÃO

WWW.ORCAMENTOELETRONICO.COM.BR

O Orçamento Eletrônico foi criado para atender todo o mercado nacional em diversos segmentos.

Procuramos estabelecer um canal de comunicação entre FORNECEDOR e COMPRADOR, instituindo um mercado virtual onde compradores pesquisam, cotam e compram produtos e serviços; e os fornecedores, por sua vez, respondem os orçamentos, e fecham as suas vendas.

A sistematização e tecnologia disponibilizada pelo Orçamento Eletrônico permite a otimização do processo de compras, propiciando agilidade, segurança, organização e redução de custos para compradores.

Permitimos aos fornecedores uma melhoria no desempenho de vendas, tudo isso é fruto da possibilidade de responder maior número de orçamentos sem burocracia, com transparência e velocidade, o que implica em redução de custos no processo de venda.

O Orçamento Eletrônico é uma ferramenta que apóia o meio ambiente, visto que reduzimos um volume considerável de papéis diariamente.


O Orçamento Eletrônico, é um software de funcionamento on-line, com todas as ferramentas necessárias para a elaboração de uma cotação, assim como aplicativos que o auxiliarão na escolha da(s) empresa(s) vencedora.

Você contará com uma ferramenta de criação de cotação, em que com poucos cliques poderá enviar sua tomada de preço para todas as empresas que se encaixam na(s) atividade(s) selecionada(s).

Com o Orçamento Eletrônico, a resposta das empresas também acontece em menor espaço de tempo, pois é feita dentro do sistema, apenas com o preenchimento dos campos de valor, prazo de entrega e condições de pagamento. O solicitador da cotação recebe por e-mail um aviso para cada resposta enviada.

1. Qual o perfil de empresas podem utilizar o Orçamento Eletrônico?
Qualquer empresa que compra e vende produtos para revenda ou venda, seja eles matéria prima para produção, material de escritório ou mercadorias para revenda.

2. De que forma o software pode ajudar no processo de cotações atual de empresas?
O Orçamento Eletrônico gere os orçamentos enviados para cada um de seus fornecedores, ou seja, todo orçamento é arquivado no sistema para que possa ser buscado a qualquer momento ou feito verificação de dados inseridos, como data de criação, prazo do orçamento, empresas que responderam com os preços unitários e valor total de cada produto.

Todo orçamento é feito on-line, e de forma rápida, pois os produtos uma vez cadastrados não precisam redigitar já que está guardado em banco de dados, bastando apenas selecionar os produtos e informar a quantidade de cada um deles, em seguida seleciona os fornecedores e envia.
Uma vez que todas as cotações são feitas através do Orçamento Eletrônico, há redução de gastos com ligações para fornecedores já que todo o processo é feito de forma on-line.

3. Como funciona para os Fornecedores?
Neste sistema existem dois tipos de fornecedores:
Com licença de uso do software, que tem direito a participar de qualquer licitação aberta no sistema;
Sem licença de uso do software, que são vinculados aos cotadores que os cadastraram, e por isso só participam das licitações que o seu cadastrador fizer.

Os dois perfis recebem em seu e-mail a cotação, ao clicar no link, informa seu login e senha, insere os preço unitário e valor total de cada produto, assim como o valor do frete(caso possua) e se tiver frete qual a transportadora que será usada, as condições de pagamento (cadastrados pelo próprio fornecedor) e alguma observação que tenha sobre aquela cotação.
Os fornecedores podem visualizar as cotações que já responderam como forma de manter controle dos preços e orçamentos respondidos. O fornecedor pode ainda enviar todos os orçamentos direto para o cliente evitando o fax e ganhando agilidade nos processos.

4. Como o Cotador tem o resultado das cotações?
Depois que todos os fornecedores responderam a cotação, o software se encarregará de efetuar os cálculos para efetuar um relatório acerca dos dados respondidos pelos fornecedores como menor valor de orçamento e melhor data de entrega dos produtos, dentre outros. O objetivo é ajudar na tomada de decisão sobre os orçamentos.

Se na cotação tem mais de um produto, ao final dela, o cotador pode escolher um fornecedor para cada. Escolhido um ou mais fornecedores, o comprador envia o pedido através do Orçamento Eletrônico, podendo encaminhar alguma observação para esse(s).

O sistema tem como regra permitir solicitar o mesmo produto para mais de um fornecedor se a quantidade do pedido respondida for inferior a solicitada pelo cotador, se ela for igual, não há como o cotador pedir a mais de um fornecedor. Ou seja o sistema permite efetuar os pedidos até preencher a quantidade do produto solicitada.

5. Se uma empresa fornecedora não recebeu a cotação por e-mail, o que ela poder fazer?
Acessar sempre o sistema para verificar se não há novas cotações em andamento.

6. Outros fornecedores podem ver as cotações de seus concorrentes?
Não.

7. Por quanto tempo as cotações são arquivadas?
Por tempo indeterminado para o comprador e fornecedor a fim de fazer qualquer conferência de valores e/ou produtos cotados;

8. Assim que me cadastro o que preciso fazer?
Preencher os dados do cadastro básico com as informações cotidianas como produtos, fabricantes, fornecedores, etc;

9. Com o sistema posso fazer quais tipos de cotações?
produtos como matéria prima, mercadorias para revenda e/ou material de expediente, serviços, ou seja, produtos que as empresas sempre utilizam no seu dia-a-dia.

10. Quem cadastra estes fornecedores?
O fornecedor se cadastra automaticamente.

11. Posso cadastrar até quantos fornecedores para participar das minhas cotações?
Quantos as empresa desejar, não há limites.

12. Estes fornecedores pagam algum valor?
Não, apenas o que desejar ter a licença de uso do software como forma de participar de outras cotações e realizar tomadas de preços próprias. Caso o fornecedor não queira adquirir a licença de uso ele não pagara nenhum valor pelo uso do sistema, mas ficara vinculado a empresa que o cadastrou participando apenas das cotações que ela fizer, restritamente. Assim, o fornecedor sem licença de uso não poderá cadastrar produtos e criar cotações, apenas inserir os dados que fazem parte da resposta da cotação do cliente que o cadastrou.

13. Sou um fornecedor com licença de uso, se uma empresa que já tem os seus fornecedores fizer uma cotação e a atividade comercial desta cotação se encaixa em minha atividade comercial, eu posso participar?
Sim, desde que a empresa cotadora permitiu a visualização desta cotação para outros fornecedores, assim esta cotação estará disponível para sua empresa responder, cabendo apenas os acertos burocráticos entre e a empresa fornecedora e a empresa cotadora, á que a empresa não esta na lista de fornecedores atuais.

14. Minha empresa faz cotações através de e-mail, e o sistema acaba enviando por e-mail essas cotações, qual o diferencial desse programa?
O Orçamento Eletrônico é um software que organiza e faz a gestão dos processos de cotação de sua empresa, facilitando a busca, a criação e a visualização, além de tornar mais prático, rápido e econômico o trabalho do setor de compras da empresa, além de tornar mais transparente essas operações para o setor financeiro. Bem como o Orçamento eletronico guarda essas informações em banco de dados por tempo indeterminado e se encarrega de efetuar os cálculos para ajudar na tomada de decisão das compras.

15. Para ter acesso ao Orçamento Eletrônico preciso de instalar algum programa no meu computador?
Não é necessário instalar nenhum programa no computador, basta apenas ter acesso a internet.

16. Existe risco de perda das informações das Cotações?
Não porque os dados ficam arquivados em um servidor, que efetua backup diário na base de dados.

17. Meu fornecedor consegue enviar um orçamento via sistema?
Sim, ele não precisará mais utilizar fax.

O Orçamento Eletrônico foi criado para atender todo o mercado nacional em diversos segmentos.

Procuramos estabelecer um canal de comunicação entre FORNECEDOR e COMPRADOR, instituindo um mercado virtual onde compradores pesquisam, cotam e compram produtos e serviços; e os fornecedores, por sua vez, respondem os orçamentos, e fecham as suas vendas.

A sistematização e tecnologia disponibilizada pelo Orçamento Eletrônico permite a otimização do processo de compras, propiciando agilidade, segurança, organização e redução de custos para compradores.

Permitimos aos fornecedores uma melhoria no desempenho de vendas, tudo isso é fruto da possibilidade de responder maior número de orçamentos sem burocracia, com transparência e velocidade, o que implica em redução de custos no processo de venda.

O Orçamento Eletrônico é uma ferramenta que apóia o meio ambiente, visto que reduzimos um volume considerável de papéis diariamente.

O fornecimento de produtos e serviços é feito a partir de um cadastro prévio de empresas interessadas.

Para se tornar um fornecedor do Orçamento Eletrônico é necessário fazer um cadastro online com todas as informações comerciais de sua empresa, além de especificar detalhadamente que tipo de serviços ou produtos seu estabelecimento oferece.

Atualmente, todas as concorrências e operações de compra de nossos parceiros são realizadas pela Internet.

A cada aquisição de materiais e ou serviços de nossos parceiros, o Orçamento Eletrônico envia e-mails para os fornecedores cadastrados.

Havendo interesse de participar da concorrência, o fornecedor acessa o site e envia proposta automaticamente.

Cotação eletrônica: ferramenta para criar o pedido; são descritos produtos, quantidade, prazo para resposta, para entrega e condições de pagamentos.

Envio simultâneo: um único pedido de cotação é enviado a todos os parceiros necessários, que recebem senha de acesso ao Orçamento Eletrônico para enviar suas cotações.

Reenvio de pedido:
pedido de cotação interrompido ou já enviado pode ser resgatado e reencaminhado. Isto é possível porque, ao abrir um novo pedido, o Orçamento Eletrônico armazena estas informações automaticamente no banco de dados.|

Acompanhamento de respostas: o Orçamento Eletrônico processa as cotações recebidas e disponibiliza um relatório com os melhores preços.

Comprar: após comparar e aprovar as cotações, sua empresa pode solicitar os produtos a partir deste módulo, mesmo para parceiros diferentes. Assim, os produtos cotados podem ser adquiridos no momento da aprovação.

Para o Comprador


• Maior agilidade no recebimento dos orçamentos com redução de até 80% do tempo;

• Simplicidade dos processos de cotação, pedido e aprovação de compra;

• Diversificação de Preços;

• Economia de telefone, papel, tinta de impressora, bobina de fax e demais materiais de escritório;

• Mapa de Compras On-line.

• Sua empresa terá como comprovar os recebimentos dos Orçamentos

• Busca de Fornecedores;

• Suporte técnico;

• Segurança nas transações

• Rastreabilidade para Auditoria





Para o Fornecedor


• Divulgação da empresa trazendo novos clientes;

• Economia de telefone, papel, tinta de impressora, bobina de fax e demais materiais de escritório;

• Segurança nas transações;

• Economia nos interurbanos e demais tarifas;
Contato com todas as empresas de gestão de frota.

• Aumento nas vendas;
Histórico de vendas

• Suporte técnico;

• Participar de todas as cotações aberta

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Atuamos com os seguintes produtos: Computadores,cd´s,eletroeletronicos,celulares,auto-peças,petroquimico,logistica e transportes,agricultura e pecuária,brinquedos,arroz,milho e cereias. Usinas de açucar,derivados do petróleo. Caminhões e ônibus,café,calçados,confecções,textil,fabricas e distribuidoras

O que é ?

É uma ferramenta que, usando a Tecnologia da Informação (TI) possibilita à empresa gerenciar a cadeia de suprimentos com maior eficácia e eficiência . Nestes tempos modernos em que a exigência de consumo atingiu o limite extremo, o SCM permite às empresas alcançarem melhores padrões de competitividade.

Quais são as principais funções do SCM ?

O sistema inclui processos de logística que abrangem desde a entrada de pedidos de clientes até a entrega do produto no seu destino final , envolvendo aí o relacionamento entre documentos , matérias-primas, equipamentos, informações, insumos, pessoas, meios de transporte, organizações, tempo etc.

Fiscalizar alguns indicadores de performance fundamentais para o controle do resultado, como por ex: a qualidade e a inovação dos produtos e serviços, velocidade da execução dos processos, tempo de chegada ao mercado e aos consumidores, nível de serviço adequado às necessidades de cada cliente e custos compatíveis com a percepção de valor da demanda.

Possibilitar à empresa usuária cumprir rigorosas condições de entrega e qualidade para os relacionamentos de longo prazo com clientes que se baseiam na produtividade.

Integrar os fluxos de informações para as programações de envio e recebimento com os outros processos.

Entenda a Importância da Logistica

A logística está muito em voga últimamente porque é considerada a última fronteira, ainda não explorada, para redução de custos de qualquer produto. Existem várias definições para logística e uma das mais resumidas diz que a logística é a rede de facilidades montada para movimentar materiais e/ou produtos acabados. Outra definição interessante e mais abrangente diz o seguinte : Trata-se do processo de planejamento, implementação e controle do fluxo e armazenagem de matérias prima, inventário em processo, produtos acabados e informações correlatas do ponto de origem ao ponto de consumo em conformidade com os requisitos do cliente.

Investir em logística é uma estratégia na qual empresas de transportes de carga no Brasil estão apostando pra enfrentar a virada do milênio. Em outras partes do mundo como EUA , Europa e alguns países da Ásia, a logística já se encontra num processo bastante avançado. Afinal de contas, temos que considerar o seguinte: quem vai providenciar a entrega dos produtos vendidos na era do e-commerce ? Somente operadores logísticos bem estruturados serão capazes de vencer este desafio tanto em se falando de entregas locais como internacionais.

O gráfico abaixo mostra a evolução do e-commerce no mundo até 1999 e as previsões para os próximos anos. Não há dúvida de que o setor de logística vai crescer também numa proporção bastante semelhante. Novos sitemas estão sendo implantados, aliás sistemas e pessoas representam os maiores ativos de uma empresa atuante na área de logística.

Ad Valorem Cobrança adicional quando o exportador quer ter a sua carga coberta num valor superior aquele provisionado num b/l comum.

AI – All Inclusive , Todas as taxas e sobretaxas incluídas (na cotação de fretes)

Arrival Notice – Documento que avisa ao consignatário sobre a chegada do navio e confirma o frete e as taxas devidas.

As Freighted – Todas as cargas taxadas na mesma unidade, peso ou medida.

Base Port - Porto (s) no qual a tarifa padrão se aplica. Servido diretamente pelos armadores que fazem parte do acordo /tarifa.

Bill of Lading (B/L) – Documento legal oficial que informa quem é o proprietário da carga; documento negociável para receber a carga; contrato entre o embarcador e o armador.

B/L Terms - Todos os detalhes relevantes ao embarque/carregamento.

Box Rate - Um frete total para mover uma carga em várias dimensões de containers da origem ao destino.

BAF (Bunker Adjustment Factor) - Sobretaxa aplicada pelo armador em cima do frete para cobrir o custo do combustível.

Bunker Surcharge – o mesmo que BAF.

C & F – Cost & Freight – Custo e frete.

CBM – Cubic Meter – Metros cúbicos.

Certificate of Orign – Documento formal declarando origem e detalhes relevantes sôbre a carga.

CFS Charge - Container Freight Station charge, cobrada pelo armador pelo manuseio da carga (geralmente carga solta) no terminal.

Clean on Board – B/L emitido sem constar exceções.

Conference Um grupo de armadores que oferecem fretes iguais, Serviço regular de/para os mesmos portos/regiões, valendo-se de regras comuns para o mesmo tráfego.

Commercial Invoice – Documento em papel timbrado do exportador contendo uma descrição acurada da mercadoria e mostrando país ou origem. Deve constar todos os ítens a serem embarcados.

Cubic Foot – Pés cúbicos.

Customs House Broker (CHB) – Agente representante licenciado pelo FMC o qual providencia o desembaraço da carga importada,em nome do consignatário, junto à alfandega norte-americana.

Diversion Charge – Taxa por mudar o destino da carga, já embarcada , de um porto para outro. A taxa é cobrada porque a operação vai requerer manuseio de containers usando os guindastes.

EIR – Equipment Interchange Receipt . Documento que confirma a entrega do container vazio no terminal designado pelo armador. Neste documento deve-se anotar as condições em que o equipamneto foi devolvido (avarias, sujeiras, etc).

EDI – Eletronic Data Interchange – Comunicanação de computador para computador entre o prestador de serviços e seu cliente.

Ex Works – O comprador recebe a carga diretamente da fábrica do vendedor e, à partir daí, arranja o embarque , seguro e outros serviços correlatos por sua conta.

FAK – Freight All Kinds – um frete cobrado por container aonde se pode colocar qualquer tipo de mercadoria.

FAS - Free Along Side – carga colocada pelo vendedor no costado do navio.

Federal Maritime Comission (FMC) – Agência do governo norte-americano responsável por supervisionar os aspectos regulatórios da indústria do transporte marítimo.

FOB - Free on board .

Freight Claim – Carta do cliente para o armador constando dados (b/l , temperature chart etc) que confirmam a ocorrência de danos à carga . Tal carta dá início ao processo de pedido de ressarcimento ao armador.

Freight Collect - Pagamento do frete a ser efetuado no destino pelo consignatário.

GRI (General Rate Increase) - Aumento geral de fretes em uma dada conferência ou acordo de tarifas.

House to House - Carga aceita pelo armador no porto de embarque e entregue no porto de desembarque (ver CY/CY)

IA – Independent Action , quando um armador , membro de uma conferência de fretes, toma uma decisão unilateral de reduzir um frete de tarifa .

IHC – Inland Haulage Charge – Cobrança relativa a transporte interno do container de/para fábrica/porto .

In Bond – Carga que não tenha sido desembaraçada e que esteja seguindo para um determinado ponto sob a responsabilidade do armador .

Laden on Board – Um b/l que indica que uma carga foi carregada no navio.

Letter of Credit - Documento emitido por um banco autorizando a transferência de fundos do comprador para o vendedor sob termos e condições estabelecidos para transações internacionais.

Letter of indemnity – Libera uma das partes envolvidas de qualquer responsabilidade. Proteção dada para o prestador de serviços (armador p/ ex ) , por escrito, autorizando alguma ação que seja diferente do contratado ou padrão.

Manifest – uma fatura contendo a lista detalhada de toda carga carregada em um navio.

Marks and Numbers – O detalhe identificador em uma embalagem (deve constar no b/l)

Me Too - O ato de um ou mais armadores seguir o IA de um outro armador.

Negotiable B/L - B/L negociável ; b/l original endossado pelo exportador que é usado para negociar documentos com o banco.

Negotiatioting Bank – Banco aonde o exportador negocia os documentos ou aonde os documentos são primeiramente negociados. Normalmente localizado no país de origem.

NOS - Not Otherwise Specified. Normalmente utilizado para assessar fretes para mercadorias não constantes na tarifa e, portanto com um frete único.

Notify Part Empresa/pessoa que aparece no b/l como parte a ser informada quando da chegada da carga. Pode ser diferente do consignatário.

OBL - Bill of Lading original.

On Deck Stowage Carga estivada no deck do navio.

Open Rates - Fretes estabelecidos para cada aramador individualmente. Estes fretes embora constem na mesma tarifa podem ser diferentes de armador para armador.

Outbound - Embarques de exportação.

Outport Porto normalmente não servido pelos membros.

Packing ListLista de pacotes/embalagens para cada embarque mostrando detalhes de peso e medidas individualmente.

Per Diem - Custo por dia. Cobrado por container em poder do cliente por um período extendido; taxa cobrada de uma companhia de transportes rodoviários devido à devolução tardia do container.

P/H - Pier to House.

ScopeÁrea coberta pelo acordo.


Diferenças entre EADI e TRA

EADI (Estação Aduaneira Interior)

Depósitos alfandegados localizados na zona secundária (fora do porto organizado). Pode ou não localizar-se no interior. Recebe as cargas ainda consolidadas, podendo nacionalizá-las de imediato ou trabalhar como entreposto aduaneiro. Dessa forma, a EADI armazena a mercadoria do importador pelo período que este desejar, em regime de suspensão de impostos, podendo fazer a nacionalização de acordo com as necessidades do importador.

TRA (Terminais Retroportuários Alfandegados)

Depósitos alfandegados de carga na zona secundária, próximos às áreas portuárias. Desde o ano passado, a RF permitiu aos TRA transformarem-se em EADIS. Somente a Deicmar, de Santos (SP), não fez esta opção. A vantagem para os TRA é que estes puderam passar a também operar com entrepostagem de mercadorias.

Consultoria em comércio exterior. Desembaraços aduaneiros na importação e exportação. Consolidação de cargas por conta própria ou de terceiros no Brasi

5S - Programa de gerenciamento participativo que objetiva criar condições de trabalho adequadas a todas as pessoas em todos os níveis hierárquicos da organização. A sigla 5"S" deriva das iniciais de cinco palavras japonesas: SEIRI, senso de classificação; SEITON, senso de ordenação/organização; SEISO, senso de limpeza; SEIKETSU, senso de padronização; e SHITSUKE, senso de disciplina.
ABC
- Activity Based Costing ou Custeio Baseado em Atividades. Método contábil que permite que a empresa adquira um melhor entendimento sobre como e onde realiza seus lucros.
ABC Classification ou Classificação ABC - Utilização da Curva de Pareto para classificar produtos em três categorias, usando critérios de demanda e valor. Itens do grupo "A" - pouca quantidade, mas representam grande valor.
Itens do grupo "B" - quantidade e valores intermediários.
Itens do grupo "C" - muita quantidade, mas representam pouco valor.

ACF
- Attainable Cubic Feet ou Espaço Cúbico Permitido.
Acknowledgement of Receipt ou Confirmação de Recebimento - Notificação relacionada a algo recebido.
Acuracidade
- Grau de ausência de erro ou grau de conformidade com o padrão.
Acuracidade do inventário (como indicador de eficácia)
- É a quantidade de itens com saldo correto, dividida pela quantidade de itens verificados, vezes 100.
ADR
- Articles Dangereux de Route ou Transporte de Artigos Perigosos.
AD Valorem - Taxa de seguro cobrada sobre certas tarifas de frete ou alfandegárias proporcionais ao valor total dos produtos da operação (Nota Fiscal da carga).
AFRMM - Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante.
Aftermarket - Pós-venda.
AGVS
- Automated Guided Vehicle System ou Sistema de Veículo Guiado Automaticamente.
Aileron - Dispositivo existente no bordo de fuga das asas dos aviões, próximo as pontas das mesmas, que funciona somente em vôo para fazer as curvas, quando girado o manche para os lados.
Aircraft ULD - Paletes e Containers que fazem parte da aeronave.
Airway Bill - Conhecimento de carga aérea, emitido pela companhia aérea para cargas únicas, não-consolidadas.
AIS - Automated Information System ou Sistema Automatizado de Informações.
All Cargo - Avião cargueiro. Tipo de aeronave própria para o transporte exclusivo de cargas.
Alternate Feedstock - Estoque de Abastecimento Alternativo.
Análise estatística - Serve de subsídio gerencial para analisar a frequência e intensidade de qualquer item durante determinado período estabelecido.
ANP - Automated Negotiation Protocol ou Protocolo de Negociações Automatizadas.
ANSI X12 - Um conjunto de normas promulgadas pelo American National Standards Institute, para uso na formatação e manuseio de documentos relacionados a compra transmitidos via EDI.
APS
- Advanced Planning Scheduling ou Planejamento da demanda do suprimento, programação, execução avançada e otimização.
Área de expedição - É a área demarcada nos armazéns, próxima das rampas/plataformas de carregamento, onde os materiais que serão embarcados/carregados são pré-separados e conferidos, a fim de agilizar a operação de carregamento.
Área de quebra - É a área demarcada nos armazéns, geralmente próxima da entrada, onde as embalagens, produtos e materiais recebidos são desembalados, separados, classificados e até reembalados de acordo com o sistema ou interesse de armazenamento do armazém/empresa.
Armazém ou Warehouse - Lugar coberto, onde os materiais/produtos são recebidos, classificados, estocados e expedidos.
Armazenagem
- É a parte da logística responsável pela guarda temporária de produtos em geral (acabados, matérias-primas, insumos, componentes, etc.). Pode ter uma variação de tipo de local físico, conforme característica e necessidade do produto, como por exemplo, local coberto, local descoberto, local com temperatura controlada, etc. Pode ter variação de tipo de estocagem, conforme característica e necessidade do produto, como por exemplo prateleira, gaveta, cantilever, baia, etc.
Arrebite - Expressão utilizada pelos caminhoneiros, que significa mistura de bebida feita para deixar sem sono, visando fazer longa jornada de trabalho na estrada, sem parar para dormir.
ASN - Advanced Shipment Notification ou Aviso Antecipado de Embarque, que é o aviso aos clientes informando quando seus produtos irão chegar.
Assemble to order -
Só é fabricado por encomenda.
Atendimento de Pedidos (como indicador de eficácia) - É a quantidade de pedidos atendidos prontamente, dividida pelo total de pedidos recebidos, vezes 100.
Auto Id - Identificação Automática.
Automação
– Está relacionado a automatização de procesos e sistemas, tornando-os independente da atuação manual e repetitiva do ser humano.
AWB - Air Waybill ou Conhecimento de Transporte Aéreo.
B2 - A mistura de 2% de biodiesel ao diesel de petróleo é chamada de B2 e assim sucessivamente, até o biodiesel puro, denominado B100.
B2Bi - Business-to-Business integration, que permitem integração ponto a ponto entre duas empresas.
Backflushing ou Baixa por Explosão - Baixa no estoque do grupo de peças e componentes utilizados na montagem ou fabricação de determinado equipamento ou produto.
Back Order - Pedido em atraso.
Back Scheduling - Programação Retrocendente.
Back to Back - Consolidação de uma única expedição em um MAWB (Master Air Waybill - Conhecimento Principal de Transporte Aéreo) abrangendo um HAWB (House Air Waybill - Guia de Transporte Aéreo emitida por um expedidor).
Backlog - Pedido pendente.
Baia - Denominação utilizada nas indústrias para áreas geralmente abertas, destinadas ao armazenamento de insumos, geralmente a granel. São numeradas para localização, identificação e controle.
Balsa - Embarcação utilizada em rios e canais para o transporte de veículos e pessoas, geralmente para pequenas distâncias.
Banguela - Expressão utilizada no transporte rodoviário, que significa andar sem estar engrenado, ou seja, no ponto morto da marcha.
Barbeiro - Nome utilizado no transporte rodoviário para motoristas não hábeis na condução de veículos.
Bar Code - Código de barras.
Bareboat Charter - Afretamento a casco nú. Modalidade de afretamento de navio.
Barge ou Barcaça - Embarcação de baixo calado, utilizada em rios e canais com ou sem propulsão com a finalidade de transportar produtos.
Barra - Local próximo ao porto, onde os navios ficam ancourados aguardando autorização para atracarem no caís.
Batch Pick - Separação em Lote.
Batch Processing - Processamento por Lotes.
Batendo lata - Expressão utilizada no transporte rodoviário, quando o caminhão volta vazio (não tem carga de retorno).
BDI - Baltic Dry Index, um índice composto pelo preço de se transportar pelo transporte marítimo diversos produtos, como minério de ferro, grãos, bauxita, alumínio e fosfato.
Benchmarking ou Marcos Referenciais - Processo sistemático usado para estabelecer metas para melhorias no processo, nas funções, nos produtos etc., comparando uma empresa com outras. As medidas de benchmark derivam, em geral, de outras empresas que apresentam o desempenho “Melhor da classe”, não sendo necessariamente concorrentes. A empresa tem que adaptar o modelo, de acordo com o seu dia a dia (próprias características).
Big-Bag - Expressão popular de se chamar os contentores ou contenedores flexíveis, geralmente feito de polietileno.
Bill of Lading - B/L - Conhecimento de Embarque, Conhecimento Marítimo, documento do armador, preenchido pelo embarcador e assinado pelo comandante ou o agente do navio, confirmando o recebimento de determinada carga a bordo (ou para embarque) e especificando, entre outros vários detalhes, o frete pago ou a ser pago no destino. É, ao mesmo tempo, um recibo de bordo, um título de posse e uma evidência de contrato de transporte, cujas cláusulas estão incorporadas no mesmo.
Biodiesel - É um combustível biodegradável derivado de fontes renováveis, que pode ser obtido por diferentes processos tais como o craqueamento, a esterificação ou pela transesterificação. Pode ser produzido a partir de gorduras animais ou de óleos vegetais, existindo dezenas de espécies vegetais no Brasil que podem ser utilizadas, tais como mamona, dendê (palma), girassol, babaçu, amendoim, pinhão manso e soja, dentre outras.
Bi-trem, Reboque ou VCC (Veículo Combinado de Cargas) - É o conjunto monolítico formado pela carroceria com o conjunto de dois eixos e pelo menos quatro rodas. É engatado na carroceria do caminhão para o transporte, formando um conjunto de duas carrocerias puxadas por um só caminhão. É muito utilizado no transporte de cana de açúcar.
B/L - Bill of Lading ou Conhecimento de Embarque.
Blocagem ou Block Stacking - Empilhamento simples sem uso de porta-paletes, no qual os paletes são empilhados diretamente no chão.
Block Scheduling - Programação por Blocos.
Block Stacking - Empilhamento dos paletes diretamente no chão.
Bluetooth - Comunicação sem fio entre aparelhos.
Boards - Primeiro nível da escala administrativa, tem a missão de proteger e valorizar o patrimônio, bem como maximizar o retorno do investimento.
Bombordo - Lado esquerdo do navio.
Bonded Warehousing - Armazém Alfandegado, onde as mercadorias importadas ficam guardadas até que haja o desembaraço das mesmas.
BPF - Boas Práticas de Fabricação.
Brainstorming (tempestade de idéias) - Técnica de reunião em que os participantes expõem livremente suas idéias, sem censura, em busca de solução criativa para um determinado assunto ou problema, uma campanha publicitária, etc., com alguém estimulando a todos e anotando tudo falado.
Break-Bulk - Expressão utilizada no transporte marítimo, que significa o transporte de carga geral, solta ou fracionadas, não conteinerizada e sem homogeneidade.

Break-Bulk (2) - Sistema convencional de transporte marítimo de carga geral, transportada solta e em volumes individuais, diferenciando-se, principalmente, de quando é transportada em contêineres.
Break-Even Point - É o ponto de equíbrio ou nível de produção ou nível de volume de vendas a partir do qual o empreendimento ou negócio se torna rentável. Qualquer valor abaixo do Ponto de Equilíbrio significa prejuízo.
Broker - Pessoa que intermedia a compra e venda de serviços e produtos em troca de comissão.
Brokerage Houses - Empresas especializadas em intermediar afretamento marítimo.
BSC - Balanced ScoreCard ou Indicadores de Desempenho Organizacional.
BTB ou B2B - Business-to-Business ou comércio eletrônico entre empresas.
BTC ou B2C - Business-to-Consumer ou comércio eletrônico de empresas para o consumidor.
Budgets -
Orçamento.
Bulk Cargo - Carga à granel, ou seja, sem embalagem.
Bulk Carrier - Navio graneleiro, ou seja, próprio para o transporte de cargas à granel.
Bulk Container - Contêiner graneleiro, ou seja, próprio para o transporte de cargas à granel.
Bulk Storage - Estocagem à granel.
Bunker - Combustível para navios. No caso de navios a motor, inclui o óleo combustível e o diesel marítimo.
Business Intelligence - Conjunto de softwares que ajudam em decisões estratégicas.
Cabotagem - Navegação costeira que tem lugar entre portos de um mesmo país ou região.
Cábrea - Equipamento usado em portos para levantar grandes cargas pesadas ou materiais em obras, e que consta de 3 pontaletes unidos no topo onde recebem uma roldana por onde passa o cabo.
Cábrea flutuante - Embarcação sobre o qual se instala uma cábrea, para embarcar ou desembarcar grandes pesos de navios e de outras embarcações.
Calado - Expressão do transporte marítimo, que significa profundidade em que cada navio está submerso na água. Tecnicamente é a distância da lâmina d'água até a quilha do navio.
Calado 2 - Expressão do transporte marítimo, que significa profundidade dos canais dos portos.
Cálculo de Necessidades - É o método de programação da produção, baseado na demanda derivada, ou seja, todas as peças, componentes, materiais e suprimentos que vão no produto ou serviço final.
Caminhões na prateleira - Expressão utilizada no transporte rodoviário, que significa quando há ociosidade na utilização de caminhões, ficando parados à disposição de uma eventual utilização.
Capatazia - É o serviço utilizado geralmente em portos e estações/terminais ferroviários, onde profissionais autônomos, ligados a sindicatos ou de empresas particulares, executam o trabalho de carregamento/ descarregamento, movimentação e armazenagem de cargas.
Carreta baú - É uma carreta fechada.
Carreta isotérmica - É uma carreta fechada, com isolamento térmico em suas paredes, que conserva a temperatura da carga.
Carreteiro - É o motorista que conduz o seu próprio veículo (caminhão) no caso do transporte rodoviário.
Cascading Yield Loss ou Acúmulo de Perdas de Rendimento - É quando ocorre perda de rendimento em muitas operações e/ou tarefas.
Cavalo mecânico - É o conjunto monolítico formado pela cabine, motor e rodas de tração do caminhão. Pode ser engatado em vários tipos de carretas e semi-reboques, para o transporte.
Cavername - É o conjunto de cavernas de um navio.
Cegonha - Caminhão projetado e produzido para o transporte de carros, geralmente de fábricas para concessionárias.
CEO - Chief Executive Operation ou Officer.
CEP - Controle Estatístico do Processo. Metodologia usada para o controle de dados de forma estatística para o aprimoramento contínuo da qualidade.
CFR
- Cost and Freight ou Custo e Frete.
Significa que o vendedor entrega as mercadorias quando elas transpõem a amurada do navio no porto de embarque e arca com os custos do frete relativo ao transporte até o porto de destin, mas fica a cargo do comprador o risco de perda ou dano às mercadorias após o momento da entrega pelo vendedor. Este termo pode ser usado apenas para transporte marítimo ou hidroviário interior.
Chamber of Commerce - Câmara de Comércio, associação de importadores e exportadores com o objetivo principal de desenvolver o comércio entre si.
Chapa - É a denominação dada ao profissional autônomo que é contratado pelo motorista de caminhão para fazer o carregamento ou descarregamento da carga, na origem ou destino.
Chata - Barcaça larga e pouco funda; Embarcação de estrutura resistente, fundo chato e pequeno calado, em geral sem propulsão própria, para o transporte de carga pesada.
Chicotes - São os cabos que fazem a ligação entre o cavalo mecânico e a carreta para a passagem de fios elétricos (luz da lanterna, luz de freios/ré e luz da placa do veículo) e para os fluídos (óleo) de acionamento dos freios.
CIF -
Cost, Insurance and Freight ou Custo, Seguro e Frete. Neste caso, o material cotado já tem tudo embutido no preço, ou seja, é posto no destino.
CIM - Computer Integrated Manufacturing ou Manufatura Integrada com Computadores.
CIP
- Carriage and Insurance Paid To ou Transporte e Seguro Pagos Até.
Significa que o vendedor entrega as mercadorias ao transportador designado por ele, mas o vendedor deve também pagar o custo de transporte necessário para levar as mercadorias até o destino nomeado além de contratar seguro de transporte até esse ponto. Este termo pode ser usado sem restrição do modo de transporte, incluindo o transporte multimodal.
Clearance- Liberação, desembaraço aduaneiro.

Cluster - São concentrações geográficas de empresas interligadas entre si, que atuam em um mesmo setor com fornecedores especializados, provedores de serviços e instituições associadas.
Coach - Facilitador; instrutor; entidade (pessoa, equipe, departamento, empresa, etc.) que atue como agregador das capacidades de cada elemento da cadeia (equipe, departamento, empresa, etc.).
Cobertura Média ou CM - É a indicação de quantas vezes o estoque se renovou durante o período (n). CM = 12/Cr ou sejam os 12 meses do ano divididos pelo coeficiente de rotação.
Code Stitching - Tecnologia que permite decifrar e reconstruir os códigos de barras danificados ou truncados.
Coeficiente de Rotação - É a relação entre as retiradas de um estoque e o seu próprio estoque médio: Cr = saídas/estoque médio.
Comboio - Conjunto de veículos que seguem juntos para um mesmo destino. Utilizado principalmente por motivo de segurança; carros de munições e mantimentos que acompanham forças militares; composição ferroviária (em Portugal).
Comitê Draft - Comitê de Planejamento.
Compra especulativa - É quando mesmo não havendo necessidade da aquisição, poderá ser feita, baseada em fatores como contratos, previsões de aumento de preços, incertezas da disponibilidade do material em um futuro próximo e políticas estratégicas.
Conair - Tipo de container frigorífico, sem maquinário de refrigeração e que só pode ser utilizado com clip on ou em navios apropriados.
Conhecimento de Transporte - Documento emitido pela transportadora, baseado nos dados da Nota Fiscal, que informa o valor do frete e acompanha a carga. O destinatário assina o recebimento em uma das vias.
Consignação - Prática utilizada no comércio, onde o comerciante coloca a disposição no ponto de venda para pronta entrega, produtos de fabricantes / terceiros, sem que faça a aquisição dos mesmos. Só irá adquirir, se vender. Com isto, não precisa desembolsar antecipadamente na aquisição dos mesmos.
Consolidação de cargas - Consiste em criar grandes carregamentos a partir de vários outros pequenos. Resulta em economia de escala no custo dos fretes. É preciso um bom gerenciamento para utilizar este método, pois é necessário analisar quais cargas podem esperar um pouco mais e serem consolidadas. Se mal executado, compromete a qualidade do serviço de transportes, pois gerará atrasos.
Consolidação de Exportação - Um agrupamento de empresas com o objetivo de juntar sinergias e aumentar a sua competitividade, reduzindo os riscos e os custos de internacionalização.
Conteiner - Equipamento de metal no formato de uma grande caixa, que serve para o transporte de diversos materiais, fazendo assim uma unitização de cargas, que ao estarem acondicionados no seu interior, não sofrem danos durante o percurso e nem em caso de transbordo para outros modais. São reutilizáveis e possuem quatro tamanhos principais de 30, 25, 20 e 10 toneladas.
Continuous Improvement (melhoria contínua) - Componente essencial no just-in-Time e na Qualidade Total que reflete uma determinação inabalável para eliminar as causas dos problemas. É o oposto da mentalidade de “apagar incêndios”.
Contract logistic - Logística contratada. Operação delegada ao operador logístico.
Convés - Área da primeira coberta do navio, ou seja, o piso do andar principal do navio.
Core Business - Relativo ao próprio negócio ou especialidade no negócio que faz.
Costado - Chapas que revestem exteriormente as cavernas do navio.
Cost Drivers - Fatores Direcionadores de Custos.
Cota
- Quantidade especificada e limitada para produção, aquisição, importação ou exportação. Os fatores para limitação são os mais variados.
CPC - Commerce Planning Colaboration.
CPFR - Collaborative Planning, Forecasting and Replenishment ou Planejamento Colaborativo de Previsão e Reabastecimento.
CPM - Critical Path Method ou Método do Caminho Crítico.
CPT - Carriage Paid To ou Transporte Pago Até.
Significa que o vendedor entrega as mercadorias ao transportador designado por ele, mas o vendedor deve, além disto, pagar o custo do transporte necessário para levar as mercadorias para o destino nomeado. Este termo pode ser usado sem restrição do modo de transporte, incluindo o transporte multimodal.
CRM - Customer Relationship Management ou Gerenciamento do Relacionamento com o Cliente ou Marketing One to One.
Cronograma - É estabelecer sequencialmente as tarefas/trabalhos a serem executados, de acordo com datas estipuladas para cada tarefa/trabalho desta sequência.
Cross Docking -
É uma operação de rápida movimentação de produtos acabados para expedição, entre fornecedores e clientes. Chegou e já sai (transbordo sem estocagem).
CRP
- Continuous Replenishment Process ou Programa de Reabastecimento Contínuo.
CTD - Combined Transport Document ou Documento de Transporte Combinado.
CTI - Computer Telephony Integrated ou Sistema Integrado de Telefonia e Computação.
Cubagem ou Cubage
- Volume cúbico disponível para estocar ou transportar. Calcula-se o metro cúbico multiplicando-se o comprimento pela largura e pela altura.
Curva ABC - Demonstração gráfica com eixos de valores e quantidades, que considera os materiais divididos em três grandes grupos, de acordo com seus valores de preço/custo e quantidades, onde materiais classe "A" representam a minoria da quantidade total e a maioria do valor total, classe "C" a maioria da quantidade total e a minoria do valor total e "B" valores e quantidades intermediários.
Custo de Falta ou Stockout Cost - É o custo considerado pela falta de um item, por falta de estoque, quando se recebe um pedido. Este custo pode ser variado, devido a se perder um pedido total ou parcial, pelo custo de se repor de forma urgente ou pelo custo de se alterar toda a programação de produção para fabricá-lo.
Custo de Obsolescência ou Obsolescence Cost - É o custo de se manter em estoque itens obsoletos ou sucateados. Geralmente os itens obsoletos são componentes de equipamentos ou máquinas fora de linha de fabricação.
Custo de Oportunidade ou Opportunity Cost - É a taxa de retorno do capital investido que uma empresa ou pessoa espera ter, referente a um investimento diferente dos habituais ou normais que utiliza.
Custo do Capital em Estoque (materiais em processo) - É o valor médio do estoque em processo, vezes custo do capital, dividido pela receita operacional líquida vezes 100%.
Custo do Capital em Estoque (matérias-primas) - É o valor médio do estoque de matérias-primas, vezes custo do capital, dividido pela receita operacional líquida, vezes 100%.
Custo do Capital em Estoque (produtos acabados) - É o valor médio do estoque de produtos acabados, vezes custo do capital, dividido pela receita operacional líquida vezes 100%.
Custo do Pedido ou Order Cost - É o custo considerado somando basicamente as operações de fazer a solicitação a Compras, acompanhar seu atendimento, fazer o recebimento, inspecionar quando da chegada, movimentá-lo internamente e fazer seu pagamento.
Custo Logístico - É a somatória do custo do transporte, do custo de armazenagem e do custo de manutenção de estoque.
DAF - Delivered At Frontier ou Entregue na Fronteira. Significa que o vendedor entrega as mercadorias quando elas são colocadas à disposição do comprador, no meio de transporte chegado não desembarcado, desembaraçado para exportação, mas não desembaraçado para importação, no ponto e local nomeado na fronteira, mas antes da divisa alfandegária do país adjacente. O termo fronteira pode ser usado para qualquer fronteira incluindo aquela do país da exportação. Portanto, é de vital importância que a fronteira em questão seja definida precisamente, sempre nomeando o ponto e o local no termo. Este termo pode ser usado sem restrição ao modo de transporte quando as mercadorias devem ser entregues numa fronteira terrestre.
Data mining - Mineração de dados.
Data Warehouse - Armazenamento de dados.
DDP - Delivered Duty Paid ou Entregue com direito pago. Significa que o vendedor entrega as mercadorias ao comprador, desembaraçadas para importação, e não desembarcadas de qualquer meio de transporte chegado no local de destino nomeado.
DDU - Delivered Duty Unpaid ou Entregue com direitos não pagos. Significa que o vendedor entrega as mercadorias ao comprador, não desembaraçadas para importação, e não desembarcadas de qualquer meio de transporte chegado ao local de destino nomeado. O vendedor deve arcar com os custos e riscos envolvidos para levar as mercadorias a esse lugar, diferentes, onde aplicável, de qualquer "direito" (cujo termo inclui a responsabilidade e os riscos pela execução de formalidades alfandegárias, e o pagamento de formalidades, direitos alfandegários, impostos e outras despesas) para importação no país de destino. Tal "direito" deve ser suportado pelo comprador bem como quaisquer custos e riscos causados pela sua falha em desembaraçar as mercadorias para importação em tempo. Todavia, se as partes desejarem que o vendedor execute as formalidade alfandegárias e arque com os custos e risco resultantes disso bem como alguns dos custos pagáveis na importação das mercadorias, isto deve ficar claro pela adição de expressão explícita para este efeito no contrato de venda. Este termo pode ser usado sem restrição ao modo de transporte mas quando a entrega deve ter lugar no porto de destino a bordo do navio ou no cais (atracadouro), os termos DES ou DEQ devem ser usados.
Dead line - Prazo limite ou data final de entrega.
Deck - Convés ou o piso principal dos navios.
DEQ - Delivered Ex Quay ou Entregue no cais. Significa que o vendedor entrega as mercadorias quando elas são colocadas à disposição do comprador, não desembaraçadas para importação no cais (atracadouro) no porto de destino nomeado. O vendedor deve arcar com custo e riscos envolvidos para levar as mercadorias ao porto de destino nomeado e desembarcar as mercadorias no cais. O termo DEQ exige do comprador desembaraçar as mercadorias para importação e pagar por todas as formalidades direito, impostos e outras despesas sobre a importação. Esta é uma inversão da versão anterior do INCOTERMS que exigia do vendedor providenciar o desembaraço para importação. Este termo pode ser usado apenas quando as mercadorias devem ser entregues por transporte marítimo ou hidroviário interior ou multimodal em um navio no porto de destino.
DES - Delivered Ex Ship ou Entregue no navio. Significa que o vendedor entrega as mercadorias quando elas são colocadas à disposição do comprador a bordo do navio, não desembaraçadas para importação no porto de destino nomeado. O vendedor arca com todos os custos de transporte e riscos antes do desembarque. Este termo pode ser usado apenas quando as mercadorias devem ser entregues por transporte marítimo ou hidroviário interior ou multimodal em um navio no porto de destino.
DDP ou Door to Door - Delivered Duty Paid ou Entregue com Taxas Pagas.
DDU - Delivered Duty Unpaid ou Entregue sem Taxas Pagas.
Defensa ou Guard Rails - Dispositivo que tem como objetivo a contenção de veículos que saiam da pista. Podem ser metálicas ou de concreto.

Demanda - Em busca ou em procura de um produto ou serviço no mercado.
Demand Chain Management - Gerenciamento da Cadeia de Demanda.
Demurrage ou Sobreestadia - Multa determinada em contrato, a ser paga pelo contratante de um navio, quando este demora mais do que o acordado nos portos de embarque ou de descarga.
DEQ - Delivered Ex QUAY ou entrega no cais. O vendedor entrega a mercadoria no cais do porto de destino.
DES - Delivered Ex SHIP ou Entrega no Navio.
Despatch ou Presteza - Prêmio determinado em contrato, a que faz jus o contratante de um navio, quando este permanece menos tempo do que o acordado nos portos de embarque ou de descarga.
DFM - Design for Manufacturing ou Projeto para Manufatura.
Diagrama de Fluxo - Representação gráfica das variações ou fluxo de materiais.
Distribuição - É a parte da logística responsável pelo transporte de cargas
de forma pulverizada, para cada cliente ou ponto de venda.

Docas ou Docks - É o local intermediário que as mercadorias ficam entre a expedição e os transportes (vários modais), a fim de facilitar e agilizar a operação de carregamento e descarregamento.
Dolly ou Romeu e Julieta - Um reboque com uma quinta roda, usada para converter um semi-reboque em reboque. É muito utilizado para o transporte de cana de açúcar.
Dormente - Nome dado às travessas, geralmente de madeira, em que assentam os carris da linha ferroviária.
Downsizing - Redução dos níveis hierárquicos em uma organização com o objetivo de aproximar os níveis operacionais da alta direção.
DPS - Digital Picking System.
Dragagem - Serviço de escavação nos canais de acesso e áreas de atracação dos portos para manutenção ou aumento da profundidade.
Draw-back - Envolve a importação de componentes, sem pagamento de impostos (IPI, ICMS, Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante e Imposto sobre Prestações de Serviços de Transporte Estadual), vinculada a um compromisso de exportação.
DRP - Distribution Resource Planning ou Planejamento dos Recursos de Distribuição.
DSE - Declaração Simplificada de Exportação.
Dumping - É quando há subsídios e produtos a um custo menor do que o real de fabricação.

EADI - Estação Aduaneira Interior.
EAI - Enterprise Application Integration, que faz a integração de sistemas internos.
EAV - Engenharia e Análise do Valor.
ECR - Efficient Consumer Response ou Resposta Eficiente ao Consumidor.
EDI - Electronic Data Interchange ou Intercâmbio Eletrônico de Dados.

ELQ
- Economic Logistic Quantity ou Quantidade Logística Econômica. É a quantidade que minimiza o custo logístico.
Embalagem ou Package - Envoltório apropriado, aplicado diretamente ao produto para sua proteção e preservação até o consumo/utilização final.
Empilhadeira ou Fork Lift Truck - Equipamento utilizado com a finalidade de empilhar e mover cargas em diversos ambientes.
Empowerment - Dar poder ao grupo/equipe ou estabelecimento de autonomia e responsabilidade às pessoas na tomada de decisões e ações.
Ending Inventory - Inventário Final.
Endomarketing - Marketing interno realizado por meio de um conjunto de ações desenvolvidas para conscientizar, informar e motivar o indivíduo.
EOM - Electric Overhead Monorail ou Monotrole Aéreo Eletrificado.
EOQ - Economic Order Quantity ou Lote Econômico.
EPI - Equipamento de Proteção Individual.
Ergonomia - Ciência que estuda a adaptação do ambiente às medidas do corpo humano, considerando assim a interação perfeita entre os funcionários e o ambiente de trabalho, como luz, calor, ruídos, odores e os equipamentos e ferramentas utilizados.
ERP - Enterprise Resource Planning ou Planejamento dos Recursos do Negócio.
Estampado
- Termo utilizado em Produção, são peças feitas, geralmente de chapas, que sofrem a pressão (impacto) de uma prensa, ficando definidas suas formas, de acordo com o molde da ferramenta utilizada.
Estibordo - Lado direito do navio.
Estivador - Empregado das Docas que trabalha na carga e decarga dos navios.
Estoque - É a parte da logística responsável pela guarda de produtos e uma das atividades da armazenagem. Geralmente este termo é utilizado para produtos acabados. Pode ter uma variação de tipo de local físico, conforme característica e necessidade do produto, como por exemplo, local coberto, local descoberto, local com temperatura controlada, etc. Pode ter variação de tipo de estocagem, conforme característica e necessidade do produto, como por exemplo prateleira, gaveta, cantilever, baia, etc.
Estoque de Proteção ou Hedge Inventory - É feito quando excepcionalmente está previsto um acontecimento que pode colocar em risco o abastecimento normal de estoque e gerar uma quebra na produção e/ou vendas. Normalmente são greves, problemas de novas legislações, período de negociação de nova tabela de preços, etc.
Estoque de Segurança ou Safety Stock - Quantidade mantida em estoque para suprir nas ocasiões em que a demanda é maior do que a esperada e/ou quando a oferta para repor estoque ou de matéria-prima para fabricá-la é menor do que a esperada e/ou quando o tempo de ressuprimento é maior que o esperado e/ou quando houver erros de controle de estoque que levam o sistema de controle a indicar mais material do que a existência efetiva.
Estoque em trânsito - Refere-se ao tempo no qual as mercadorias permanecem nos veículos de transporte durante sua entrega.
Estoque Inativo - Refere-se a itens que estão obsoletos ou que não tiveram saída nos últimos tempos. Este tempo pode variar, conforme determinação do próprio administrador do estoque.
Estoque Máximo - Refere-se a quantidade determinada previamente para que ocorra o acionamento da parada de novos pedidos, por motivos de espaço ou financeiro.
Estoque Médio - Refere-se a quantidade determinada previamente, que considera a metade do lote normal mais o estoque de segurança.
Estoque Mínimo - Refere-se a quantidade determinada previamente para que ocorra o acionamento da solicitação do pedido de compra. Às vezes é confundido com "Estoque de Segurança". Também denominado "Ponto de Ressuprimento".

Estoque Pulmão - Refere-se a quantidade determinada previamente e de forma estratégica, que ainda não foi processada. Pode ser de matéria-prima ou de produtos semi-acabados.
Estoque Regulador - É normalmente utilizado em empresas com várias unidades/filiais, onde uma das unidades tem um estoque maior para suprir possíveis faltas em outras unidades.
Estoque Sazonal - Refere-se a quantidade determinada previamente para se antecipar a uma demanda maior que é prevista de ocorrer no futuro, fazendo com que a produção ou consumo não sejam prejudicados e tenham uma regularidade.
E-Procurement -
Processo de cotação de preços, compra e venda on-line.
ETA (Estimated Time of Arrival)
- Expressão do transporte marítimo, que significa dia da atracação (chegada) do navio no porto.
ETD (Estimated Time of Departure) - Expressão do transporte marítimo, que significa data estimada ou prevista da saída (zarpar) do navio no porto.
ETS - Expressão do transporte marítimo, que significa dia da saída (zarpar) do navio do porto.
EVA - Economic Value Added ou Valor Econômico Agregado.
EXW - Ex Works ou Na origem. Significa que o vendedor entrega as mercadorias quando ele as coloca à disposição do comprador, em sua propriedade ou outro local nomeado (isto é, estabelecimento, fábrica, armazém, etc.), não desembaraçadas pra exportação e não embarcadas em qualquer veículo coletor. O comprador deve arcar com todos os custos e riscos envolvidos em aceitar as mercadorias na propriedade do vendedor.
FAS - Free Alongside Ship ou Livre no Costado do Navio. Significa que o vendedor entrega as mercadorias, quando elas estão colocadas ao lado do navio no porto de embarque nomeado. O comprador então tem de arcar com todos os custos e riscos de perda ou dano às mercadorias a partir daquele momento. Este termo pode ser usado apenas para transporte marítimo ou hidroviário interior.
FCA - Free Carrier ou Livre no transportador. Significa que o vendedor entrega as mercadorias, desembaraçadas para exportação, ao transportador designado pelo comprador, no local nomeado. Este termo pode ser utilizado sem restrição do modo de transporte, incluindo transporte multimodal.
FCL
- Full Container Load ou Contêiner Completo.
FCR - Forwarder Certificate of Receipt ou Certificado de Recebimento do Agente de Transportes.
FCS - Finite Capacity Schedule ou Programação de Capacidade Finita.
Feeder - Serviço marítimo de alimentação do porto hub ou de distribuição das cargas nele concentradas. O termo feeder também pode se referir a um porto secundário (alimentador ou distribuidor) em determinada rota. Cabe salientar que um porto pode ser hub para determinadas rotas de navegação e feeder para outras.
Feeder Ship - Navios de abastecimento.

FEFO - First-Expire, First-Out ou Primeiro que Vence é o Primeiro que Sai. Serve para gerenciar a arrumação e expedição das mercadorias do estoque de acordo com o prazo de validade.
FIFO - First-In, First-Out ou Primeiro que Entra é o Primeiro que Sai (PEPS).
FIO - Free In and Out ou isento de taxas no embarque e no desembarque. Despesas de embarque são do exportador e as de desembarque do importador. Nada de responsabilidade do Armador.
Flape - Dispositivo hipersustentador existente no bordo de fuga das asas dos aviões, próximo ao corpo da aeronave, que serve para aumentar a curvatura média do aerofólio, por meio de deslocamento do bordo de fuga para baixo. É utilizado nos pousos e decolagens, através de acionamento por alavanca. Existem 3 posições de inclinação.
Flat Rack - Tipo de container aberto, possuindo apenas paredes frontais, usado para cargas compridas ou de forma irregular as quais, de outro modo, teriam de ser transportadas soltas em navios convencionais.
FMEA - Análise do Modo de Falha e Efeito.
FOB -
Free On Board ou Preço sem Frete Incluso (posto a bordo). Denominação da cláusula de contrato segundo a qual o frete não está incluído no custo da mercadoria. Tem algumas variações de FOB. Pode ser FOB Fábrica, quando o material tem que ser retirado e FOB Cidade, quando o fornecedor coloca o material em uma transportadora escolhida pelo cliente.
Fominha - Expressão utilizada no transporte rodoviário, que significa material em superfície plana, geralmente em metal ou madeira, que serve para prolongar para cima a carroceria do caminhão, com a finalidade de aumentar a capacidade de carga.
Food Town - local que reúne vários fornecedores de um mesmo cliente em comum.
Forecasting - previsões de tempo.
Forjar
- Termo utilizado em Produção, que significa aquecer uma peça de metal através do calor de maçarico ou brasa até ficar avermelhada, e depois utilizar uma marreta e bigorna como instrumentos, para dar a forma desejada.
Freight Forwarder ou Expedidor de Frete - Empresa ou profissional autônomo que são responsáveis por toda a operação que consiste em preparar a consolidação de cargas e seu transporte, da origem até o destino final. Esta preparação engloba todo o acerto da documentação necessária.
Freighter - Navio cargueiro.
FTS - Fold, Tale, Seal ou Dobra, Fita, Selo. É a sigla de um método de fechamento de sacaria, criado no final dos anos 80, pela Doboy na Alemanha.
Fulfillment
- atender no tempo e no prazo. É o conjunto de operações e atividades desde o recebimento de um pedido até sua entrega.
Fundição - Termo utilizado em Produção, que significa derreter metais com o calor e colocá-los em formas para a confecção de peças, que na maioria das vezes ainda passarão por outros processos até ser um produto final.
Gargalo ou Bottleneck - Instalação, função, departamento ou recurso que impede a produção, pois sua capacidade é inferior ou idêntica à demanda.
GED - Gerenciamento Eletrônico de Documentos.
Giro de estoque - demanda anual dividida pelo estoque médio mensal.
Giro de inventário
- receita operacional líquida dividida pelo saldo médio do inventário (vezes).
GPS -
Global Positioning System ou Sistema de Posicionamento Global. Foi desenvolvido pelas forças armadas norte-americanas e é composto por um conjunto de 24 satélites que percorrem a órbita da Terra a cada 12 horas. Esse sistema permite que através de dispositivos eletrônicos, chamados GPS Receivers (Receptores GPS), possam ser convertidos os sinais de satélites em posicionamentos, permitindo assim a localização geográfica de qualquer objeto no globo terrestre com uma precisão em torno de 10 metros.
Grade - Conjunto de trilhos e dormentes pré-reunidos.
Gráfico de Barras ou de Gantt - É um gráfico com todas as atividades sequenciais de uma operação / projeto / produção, onde para cada operação tem uma barra com o tamanho de sua duração. Foi desenvolvido por H. L. Gantt em 1917.
Gross weight - Peso bruto da carga. Inclui a carga mais a embalagem (ou invólucro).
GSM - Global System for Mobile communications ou Sistema Global para Comunicações Móveis.
Handling charge - Despesas de manuseio ou movimentação de carga.
Hinterland - É o potencial gerador de cargas do porto ou sua área de influência terrestre. O Hinterland depende, basicamente, do potencial de desenvolvimento da região em que o porto está localizado e dos custos de transporte terrestre e feeder.
Housekeeping - técnica para iniciar e manter os processos de Qualidade e Produtividade Total em uma empresa.
HTML
- Hypertext Markup Language.
Hub
- Ponto central para coletar, separar e distribuir para uma determinada área ou região específica.

IBC - Intermediate Bulk Container ou Contenedor Intermediário para Granel.
ICO
- Inventory Chain Optimization ou Otimização da Cadeia dos Estoques.
IFR - Sigla usada na aviação para designar as regras de vôo por instrumentos.
Inbound
- Dos fornecedores para as fábricas.
Incoterms -
Sigla que identifica os 13 termos que padronizam a linguagem usada no mercado de exportação e importação. Foram instituídos pela Câmara de Comércio Internacional.
Índice de flexibilidade - representa a relação entre a média do lote de produção e a média do lote de entrega.
Insulated Container ou Refrigerated Container - Contêiner refrigerado ou frigorífico. Possue isolação térmica e é equipado com motor de refrigeração. Utilizado no transporte de cargas frigoríficas ou perecíveis.
Insurance - Seguro. Contrato ou o risco assumido pelo segurador mediante o pagamento de um prêmio pelo segurado.

ISO
- International Standards Organization. Esta organização estabeleceu normas e padrões técnicos seguidos internacionalmente.
Joint venture - Associação de empresas, não definitiva, para explorar determinado negócio, sem que nenhuma delas perca sua personalidade jurídica.
Just-in-Time ou JIT -
é atender ao cliente interno ou externo no momento exato de sua necessidade, com as quantidades necessárias para a operação/produção, evitando-se assim a manutenção de maiores estoques.
Kaizen - Palavra japonesa que significa processo de melhorias contínuas, com bom senso e baixos investimentos.
Kanban - técnica japonesa com cartões, que proporciona uma redução de estoque, otimização do fluxo de produção, redução das perdas e aumento da flexibilidade.
KLT
- Klein Lagerung und Transport ou Acondicionamento e Transporte de Pequenos Componentes.
Lading ou Loading - Carregamento de cargas ou embarque de cargas.
Landing - Desembarque de cargas ou pessoas.
Lashing - Amarração ou fixação de cargas no porão ou convés do navio ou numa aeronave, a fim de evitar o deslocamento da mesma durante a viagem.
Lastro (1) - no transporte marítimo, que significa água que é posta em compartimentos nos porões para dar pêso e equilíbrio ao navio, quando está sem carga.
Lastro (2) - no transporte ferroviário significa camada de substâncias permeáveis como areia, saibro ou pedra britada, posta no leito das estradas de ferro e sobre a qual repousam os dormentes e trilhos.
Layday ou Laytime - estadia do navio no porto, que significa período previsto para acontecer a operação (atracar, carregar/descarregar e zarpar).
L/C ou Letter of Credit (Carta de Crédito) - Ordem de pagamento que o importador contrata junto ao banco, a favor do exportador.
LCL ou Less Than Container Load - Termo que significa "Menos que uma carga de container", porém o termo é usado quando o container é estufado parcialmente pelo armador com o lote do embarcador (junto com cargas de outros), e desovado no destino também pelo armador, sendo os custos em ambos os casos por conta do embarcador e consignatário, respectivamente.
Lead Time - Tempo compreendido entre a primeira atividade até a última de um processo de várias atividades.
Lean Manufacturing
- Produção Enxuta ou manufatura enxuta.
Leilão Reverso on-line - Consiste em marcar com os fornecedores, um horário em determinado endereço na Internet, para que os mesmos façam lances para fornecerem produtos previamente informados pelo requisitante. Quem tiver as melhores condições comerciais ganhará o pedido.
Leitura Omnidirecional - Tecnologia que possibilita a leitura do código de barras em qualquer posição, mesmo os de difícil leitura.
Limpa-trilhos ou Saca-boi ou Grelha - Peça que fica à frente e na parte inferior das locomotivas para retirar da via os animais colhidos por elas e evitar descarrilamento.
Liner Terms - Termo no contrato de transporte marítimo, onde no frete já está incluso todas as despesas de carregamento, estiva e descarga, ficando assim na responsabilidade do armador.
LLP - Leading Logistics Provider ou Principal Fornecedor de Serviços Logísticos.
Localização - Palavra utilizada em Administração de Materiais, que significa o local exato em que o material está estocado. É composto normalmente por código alfa-numérico, que indica a sigla do depósito / galpão, corredor, coluna da estante e número da prateleira.
Localização logística - É a forma de identificar geograficamente armazéns, depósitos, filiais, veículos, clientes, etc. As formas mais comuns são por coordenadas de latitude-longitude, códigos postais (CEP no Brasil) e coordenadas lineares simples ou malha, que nada mais são do que se colocar um papel vegetal quadriculado sobreposto a um mapa, com numeração das linhas horizontais e verticais.
Logística (1) - É o sistema de administrar qualquer tipo de negócio de forma integrada e estratégica, planejando e coordenando todas as atividades, otimizando todos os recursos disponíveis, visando o ganho global no processo no sentido operacional e financeiro. (definição de Marcos Valle Verlangieri, diretor do Guia Log).
Logística (2) - É o processo de planejar, implementar e controlar eficientemente, ao custo correto, o fluxo e armazenagem de matérias-primas e estoque durante a produção e produtos acabados, e as informações relativas a estas atividades, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, visando atender aos requisitos do cliente. (definição do Council of Logistics Management).
Logística (3) - Entre os gregos, arte de calcular ou aritmética aplicada. Parte da arte militar relativa ao transporte e suprimento das tropas em operações. Lógica simbólica, cujos princípios são os da lógica formal, e que emprega métodos e símbolos algébricos. (definições do Dicionário Contemporâneo da Língua Portuguesa Caldas Aulete).
Logística (4) - do francês Logistique, Parte da arte da guerra que trata do Planejamento e da realização de projeto e desenvolvimento, obtenção, armazenamento, transporte, distribuição, reparação, manutenção e evacuação de material ( para fins operativos e administrativos ); Recrutamento, incorporação, instrução e adestramento, designação, transporte, bem estar, evacuação, hospitalização e desligamento de pessoal; Aquisição ou construção, reparação, manutenção e operação de instalações e acessórios destinados a ajudar o desempenho de qualquer função militar; Contrato ou prestação de serviços.
(in, Ferreira, Aurélio Buarque de Hollanda, Novo Dicionário da Língua Portuguesa, 2ª edição, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1986, p. 1045).

Logística (5) - O transporte; armazenamento e abastecimento de tropas; organização de qualquer projeto; operação (definições do American English Dictionary Collins Gem Webster's).
Logística Empresarial - Trata-se de todas as atividades de movimentação e armazenagem, que facilitam o fluxo de produtos desde o ponto de aquisição da matéria-prima até o ponto de consumo final, assim como dos fluxos de informação que colocam os produtos em movimento, com o propósito de providenciar níveis de serviço adequados aos clientes a um custo razoável. (definição de Ronald H. Ballou no seu livro "Logística Empresarial").
Logística Reversa ou Inversa - No mercado é considerada como o caminho que a embalagem toma após a entrega dos materiais, no sentido da reciclagem das mesmas. Nunca voltando para a origem. Muitos profissionais também utilizam esta expressão para considerar o caminho inverso feito para a entrega, voltando para a origem, só que agora somente com as embalagens. Neste caso, tratam-se de embalagens reutilizáveis ou retornáveis, que são mais caras e específicas / próprias para acondicionar determinados materiais. Ocorre muito no setor automotivo para o transporte, por exemplo de pára-choques, painéis, etc.
Logística Reversa - O processo de movimentação de produtos de seu típico destino final para um outro local para fins de elevar o valor ora indisponível, ou para a adequada disposição dos produtos. (definição do RLEC - Reverse Logistics Executive Council).
Lote econômico ou lote de mínimo custo - Considerando que para avaliar o gasto total de compra de determinado produto ou grupo de produtos é necessário verificar o custo de aquisição, custo de transporte, e custo de manutenção de estoque, e que quanto maior a quantidade adquirida menor o preço do produto e do transporte e maior o custo de manutenção do estoque, consiste em verificar através de arranjos de simulação, qual é o lote de compra que tem o menor custo total.

Make or Buy (Fazer ou Comprar) - Processo de decisão da empresa em produzir um determinado item ou adquiri-lo de um fornecedor externo.
Make to order
- fabricação conforme pedido.
Make to stock - fabricação contra previsão de demanda.
Manicaca
- Nome utilizado no transporte aéreo para pilotos não hábeis na condução de aeronaves.
Manifest ou Manifesto - Documento com a relação de todos os conhecimentos de embarque, mencionando os principais detalhes das cargas embarcadas.

Manutenção Corretiva - Termo utilizado em Produção, que siginifica o conjunto de medidas operacionais técnicas de vistoria, visando reparar efetivos problemas dos componentes das máquinas e equipamentos, que comprometam a performance e desempenho dos mesmos, para que possam executar sua função normal.
Manutenção Preditiva - Termo utilizado em Produção, que siginifica o conjunto de medidas operacionais técnicas de vistoria, que indica as condições reais de funcionamento das máquinas com base em dados que informam o seu desgaste ou processo de degradação. Trata-se da manutenção que prediz o tempo de vida útil dos componentes das máquinas e equipamentos e as condições para que esse tempo de vida seja melhor aproveitado.
Manutenção Preventiva - Termo utilizado em Produção, que significa o conjunto de medidas operacionais técnicas de vistoria, visando evitar possíveis problemas dos componentes das máquinas e equipamentos, que comprometam a performance e desempenho dos mesmos, para que possam executar sua função normal.
Margem de Contribuição - É igual ao valor das Vendas menos o valor dos Custos Variáveis e das Despesas Variáveis.
Marketing de Relacionamento -
É um conjunto de estratégias que visam o entendimento e a gestão do relacionamento entre uma empresa e seus clientes, atuais e potenciais, com o objetivo de aumentar a percepção de valor da marca e a rentabilidade da empresa ao longo do tempo.
Marketplaces - Possibilitam que múltiplas empresas se comuniquem simultaneamente.
Market Share - Parcela do mercado abocanhada ou participação no mercado.
MBA – Máster Business Administration.

Maxambomba - Trole usado nos portos fluviais para o serviço de carga / descarga dos vapores; carruagem de estrada de ferro, com mais de um pavimento.
MDM – Master Data Management ou no Brasil conhecido como PDM - Padrão Descritivo de Materiais.
Medidas de desempenho - São instrumentos utilizados para avaliar a performance de qualquer atividade logística. Podem ser relatórios, auditorias, etc. Não se pode melhorar aquilo que não mensuramos.
Memory Card - Cartão destinado a armazenar informações como se fosse a memória do equipamento.
MES
- Manufacturing Execution Systems ou Sistemas Integrados de Controle da Produção.
Milk Run -
consiste na busca do(s) produto(s) diretamente junto ao(s) fornecedor(es), de forma programada, para atender sua necessidade de abastecimento.
ML - Milha Terrestre.
Modais
- são os tipos/meios de transporte existentes. São eles ferroviário (feito por ferrovias), rodoviário (feito por rodovias), hidroviário (feito pela água), dutoviário (feito pelos dutos) e aeroviário (feito de forma aérea).
Movimentação - É a parte da logística responsável pelo deslocamento interno de produtos em geral (acabados, matérias-primas, insumos, componentes, etc.). São utilizados vários tipos de equipamentos nesta operação, como empilhadeiras, tratores, veículos auto-guiados, carrinhos em geral, guindastes, etc.
MPS - Planejamento-Mestre da Produção.
MPT ou TPM - Manutenção Produtiva Total.
MRO - Manutenção, Reparo e Operação.
MRP - Material Requirements Planning ou Planejamento das Necessidades de Materiais.
MRP II - Manufacturing Resources Planning ou Planejamento dos Recursos da Manufatura.
MRP III - é o MRP II em conjunto com o Kanban.
MTM - Method Time Measurement ou Redutor do Tempo de Execução do Trabalho.
Multimodalidade - é a operação de realizar o deslocamento de mercadorias entre a origem e o destino final, utilizando diversos modais de transporte, sob a responsabilidade legal e contratual de um único operador.
M/V - Motor Vessel. Trata-se de um navio movido a motor de combustão interna (combustível diesel).

Net Weight - Peso líquido da mercadoria / carga.
Nível de Serviço Logístico
- Refere-se especificamente à cadeia de atividades que atendem as vendas, geralmente se iniciando na recepção do pedido e terminando na entrega do produto ao cliente e, em alguns casos, continuando com serviços ou manutenção do equipamento ou outros tipos de apoio técnico. (definição de Warren Blanding).
NM - Milha Marítima.
NVOCC (Non Vessel Operating Common Carrier) - Operador de Transporte Marítimo Sem Embarcação.
Obsolecência de Inventário (como indicador de eficácia)
- é a quantidade de itens obsoletos, dividida pela quantidade total de itens, vezes 100%.
OCR - Reconhecimento Óptico de Caracteres.
Odômetro - Instrumento usado para indicar o total de quilômetros percorridos.
Ombudsman – Palavra de origem sueca que significa “o homem que representa os interesses” ouvidor, profissional que tem como missão intermediar a comunicação entre o público e a empresa.
On carriage – No Conhecimento de embarque significa um transporte adicional ao que está sendo contratado.
Open Top Container - Container sem teto, coberto com lona. É utilizado para cargas que tenham sua altura excedendo o tamanho de um container tradicional ou então que só possam ser carregados pelo alto.
Operador Logístico - Empresa especializada em movimentar, armazenar, transportar, processar pedidos e controlar estoques, entre outras coisas. Fornece seus serviços com profissionais treinados. O serviço pode ser no próprio OL ou nas dependências do cliente. Tudo dependerá do acordo firmado.
Organograma - Gráfico da disposição estrutural e hierárquica de uma organização / empresa.
OTM - Operador de Transporte Multimodal.
Outbound
- Fluxos da fábrica para o concessionário.
Outsourcing
- Provedores de serviços ou terceirização. Tendência de comprar fora (de terceiros) tudo o que não fizer parte do negócio principal de uma empresa.
Owner – Armador.

Pantógrafo - Dispositivo de locomotiva elétrica, que fica em contato com a rede aérea e transmite a corrente aos motores da máquina.
Parcerização - Processo de conhecimento mútuo e aceitação, pelo qual duas empresas devem passar para estarem realmente integradas, visando mesmos objetivos.
Patola - Braços que estabilizam o caminhão no chão, quando vai ser utilizado o sistema de elevação do guindaste acoplado à carroceria, para que agüente o peso, sem pender para nenhum dos lados (virar o caminhão). Também é utilizado em caminhões que possuem escada magirus ou algum tipo de acessório pesado de elevação.
Payload - Capacidade útil de carga num determinado veículo de transporte de qualquer um dos modais.
PCM - Planejamento e Controle de Materiais.
PCP - Planejamento e Controle da Produção.
PDCA - Plan, Do, Check e Action, ou Planejar, Executar, Verificar e Agir, ferramenta que implica na melhoria de todos os processos de fabricação ou de negócios.
PDM ou Product Data Management
- É o gerenciamento de todas as informações e processos relativos ao ciclo de vida de um produto, sendo o período compreendido desde a concepção de um produto (projeto e produção) até sua obsolescência.
PDM - Padrão Descritivo de Materiais.
Pedido Mínimo
- muitas empresas estabelecem um lote mínimo para aceitar uma ordem de compra, visando economias de escala para o atendimento. Desta maneira fazem baixar os custos do processamento de pedidos, já que para atender a um mesmo volume de negócios seria necessário um número maior de pedidos.
Pé-direito - Altura de um pavimento de imóvel (galpão, armazém, edifício, casa).
Pélago - Profundidade do mar; mar alto.
PEPS -
é a nomenclatura para o método de armazenagem, em que o produto que é o Primeiro a Entrar no estoque é o Primeiro a Sair ou First-In, First-Out (FIFO).
PERT - Project Evaluation and Review Technique ou Técnica de Avaliação e Revisão de Projetos.
Pick and Pack
- separar os materiais e etiquetar, embalar, etc.
Planejamento para contingências - É planejar para alguma circunstância extraordinária que paralise a operação normal do sistema logístico. Estas contingências podem ser acidentes, greves, produtos defeituosos, paradas no suprimento, etc. Para toda a ocorrência prevista deverá ter um plano de ação emergencial previsto para ser colocado em prática.
Poka-Yoke - Palavra japonesa que significa
métodos simples, que servem como a prova de falhas no processo.
Ponto de Ressuprimento
- Quantidade determinada para que ocorra o acionamento da solicitação do Pedido de Compra. Também determinado "Estoque Mínimo".
Popa
- parte posterior do navio.
Postponement
- retardamento da finalização do produto até receber de fato o pedido customizado.
Power of Attorney - Procuração ou outro instrumento legal, que autoriza uma pessoa ou empresa a atuar como agente ou procurador da mesma.
PPCP - Planejamento, Programação e Controle da Produção.
Prancha de carregamento
- Faz parte das normas de operação dos portos, e significa a tonelagem mínima estabelecida que será operada num período de seis horas.
Prático - Profissional especializado que possuindo grande experiência e conhecimentos técnicos de navegação e de condução e manobra de navios, bem como das particularidades locais, correntes e variações de marés, ventos reinantes e limitações dos pontos de acostagem e os perigos submersos ou não, assessora o comandante na condução segura do navio em áreas de navegação restrita ou sensíveis para o meio ambiente.
Proa
- parte anterior do navio.
Produto Logístico
- O que uma empresa oferece ao cliente com seu produto é satisfação. Se o produto for algum tipo de serviço, ele será composto de intangíveis como conveniência, distinção e qualidade. Entretanto, se o produto for um bem físico, ele também tem atributos físicos, tais como peso, volume e forma, os quais tem influência no custo logístico. (definição de Ronald H. Ballou).
Proforma (1) - Documento emitido pelo agente, onde menciona estimativas de custos diversos que o armador terá com a escala de seu navio em determinado porto, durante sua estadia. É um orçamento que serve para estudos de viabilidade e consequente decisão.
Proforma (2) - Qualquer outro orçamento.
Project team
- Força tarefa.
Proposta - É o documento pelo qual o fornecedor torna oficial a sua oferta comercial e técnica de serviços e/ou produtos ao requisitante.
Provedor Logístico - Fornece serviços baseados nas áreas da logística.
Pulmão - Utilizado geralmente em fábricas, serve para proteger as atividades de produção, baseado em tempos e quantidades suficientes para não interromper o fluxo contínuo, considerando variáveis de estatísticas e de demandas, ou mesmo de gargalos operacionais.
Push Back - Empurrar para trás o avião no pátio do aeroporto, através de veículos industriais, do tipo trator.

QAV - Querosene de Aviação.
QFD
ou Quality Funcion Deployment
- Literalmente, Desdobramento da Função Qualidade. Metodologia com base nas pessoas para determinar rigorosamente as necessidades e desejos dos clientes.

QR - Resposta Rápida.
QS 9000 - Quality System Requirements. Norma criada pelas três maiores empresas automobilísticas americanas: Ford, General Motors e Chrysler. Seu objetivo é a redução de sistemas paralelos de desenvolvimento de fornecedores pelas montadoras, com vistas a uma conseqüente redução substancial de custos. Exige-se a melhoria contínua.
Quike Step - Em português significa passo acelerado.
Rampas de escape - Utilizadas principalmente no transporte rodoviário, são dispositivos especiais, posicionados em determinados pontos das rodovias, projetados para permitir uma saída de emergência para veículos que apresentem falhas ou perdas de freios em declives íngremes, retirando-os do fluxo de tráfego e dissipando as suas energias pela aplicação de resistência ao rolamento, desaceleração gravitacional ou ambas.
Rebocador - Pequeno vapor utilizado para rebocar navios ou manobrá-los com segurança em áreas dos portos.
Reboque ou bi-trem - É o conjunto monolítico formado pela carroceria com o conjunto de dois eixos e pelo menos quatro rodas. É engatado na carroceria do caminhão para o transporte, formando um conjunto de duas carrocerias puxadas por um só caminhão. É muito utilizado no transporte de cana de açúcar.
Rechego - expressão utilizada em portos, que caracteriza a movimentação de cargas à granel entre pátios, feita por tratores e/ou outros equipamentos de movimentação.
REDEX - Recinto Especial para Despacho aduaneiro de Exportação.
Reefer - Navio ou container frigorífico. Para navio é o tipo com os porões ou cobertas devidamente isolados e equipados para o transporte de carga frigorífica ou perecível, como carne, frutas, etc.
Reengenharia - Método usado para reprojetar e reformar sistematicamente toda uma empresa, funções e processo.
RFDC -
Radiofrequency Data Collection ou Coleta de Dados por Radiofrequência.
RFID - Radiofrequency Identification Data ou Identificação via radiofreqüência.
RNTRC - Registro Nacional de Transportadores de Carga.
Road railer -
carreta bimodal, que ao ser desengatada do cavalo mecânico, é acoplada sobre um bogie ferroviário e viaja sobre os trilhos.
RO-RO ou Roll On - Roll Off - Tipo de navio com uma rampa na popa ou na proa, por onde veículos (com carga ou vazios) são transportados. O acesso é diretamente do navio para o cais.
Rota ou Plano de Viagem - É o percurso escolhido para o transporte, por veículos, através de vias terrestres, rios, corredores marítimos e/ou corredores aéreos, considerando a menor distância, menor tempo, menor custo ou uma combinação destes. Tudo isto, podendo estar conjugado com múltiplas origens e destinos.
Rotatividade - É a indicação do número de vezes que um estoque se renovou. (Ra = Ca/Em) onde Ca é o consumo total anual e Em é a média aritmética dos 12 estoques mensais.
Rough Cut - corte bruto.
SAC ou Customer Service
- Serviço de Atendimento ao Consumidor ou Cliente.
Said To Contain - Expressão de comércio exterior que é colocada em Conhecimento de Embarque, significando que o transportador desconhece o conteúdo da embalagem dos volumes recebidos a bordo.
Saldo disponível - É a quantidade física em estoque, já abatendo as quantidades em estoque que estão reservadas.
Scanner - Aparelho ou sistema eletrônico que converte através de leitura ótica, informações codificadas em numeração alfanumérica ou simbolização em barras.
SCE - Supply Chain Execution ou Execução da Cadeia de Abastecimento.
SCM - Supply Chain Management ou Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento.
SCOR - Supply Chain Operation Model ou Modelo de Referência das Operações na Cadeia de Abastecimento. Foi crido pelo Supply Chain Council (USA) visando padronizar a descrição dos processos na cadeia de abastecimento.
SCP - Supply Chain Planning ou Planejamento da Cadeia de Abastecimento.
Sealing - O ato ou processo de se fixar um lacre numa embalagem, mantendo a carga isolada até o seu destino. O lacre pode ser numa caixa, container, etc.
Semi-reboque - é o conjunto monolítico formado pela carroceria com um eixo e rodas. É engatado no cavalo mecânico ou trator para o transporte, ou ainda passa a ser utilizado como reboque, quando é engatado em um dolly. É muito utilizado no transporte de cana de açúcar.
Set-up - tempo compreendido entre a paralisação de produção de uma máquina, a troca do seu ferramental e a volta de sua produção.
Ship Broker
- Agente Marítimo.
Shipping ou Expedição - Departamento de uma empresa que de posse da Nota Fiscal ou uma pré-Nota Fiscal identifica, separa, embala, pesa (se necessário) e carrega os materiais nos veículos de transporte.
Shipping Area - Área de Expedição.
Sidelifter - É uma carreta com guindaste próprio para auto-embarque ou desembarque de conteineres.
Sidetrack ou caminho alternativo - É quando se utiliza um percurso diferente do habitual ou previsto, por variados motivos (trânsito ruim, segurança, etc.).
Sider - tipo de carroceria de caminhão, que tem lonas retráteis em suas laterais.
SIL
- Sistema de Informações Logísticas, providencia a informação especificamente necessária para subsídio da administração logística em todos os seus níveis hierárquicos. Para a alta administração serve para planejamentos, políticas e decisões estratégicas; Para a média gerência serve para planejamentos e decisões táticos; Para a supervisão serve para planejamentos, decisões e controles operacionais; Para o operacional serve para processamentos de transações e resposta a consultas.
Silo - Depósito impermeável para armazenamento de granéis com aparelhamento para carga por cima e descarga por baixo.
SKU -
Stock Keeping Unit ou Unidade de Manutenção de Estoque. Designa os diferentes itens de um estoque.
SLA - Service Level Agreement ou Acordo sobre o Nível de Serviço.
SLM - Service Level Management ou Gerenciamento do Nível de Serviço.
SLM - Strategic Logistics Management ou Gestão Logística Estratégica.
Smart tag ou e-tag - Etiqueta inteligente que possui um microchip capaz de armazenar várias informações, como data de validade, lote de fabricação, descrição do produto, etc. Os dados são transmitidos por meio de radiofrequência a um equipamento de leitura.
SMS - Short Mensaging System.
Sobretaxa ou Surcharge - Taxa adicional cobrada além do frete normal.
Stakeholders - Palavra, que significa depositários. Pessoa ou grupo com interesse na performance de organização e no meio ambiente na qual opera.
Stock options - Programa de Ações - um incentivo que permite aos funcionários comprar ações da empresa onde trabalham por um preço abaixo do mercado.
Stowage 1 - Expressão utilizada no transporte marítimo, que significa a estiva, ou seja, o ato, maneira ou processo de se colocar e arrumar a carga a bordo.
Stowage 2 -O custo deste serviço, que é arcado pelo armador ou afretador.
STV
- Veículo de Transferência Ordenado.
Supply Chain Management - Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento.

Tacógrafo - Instrumento destinado a registrar movimentos ou velocidades; tacômetro registrador.
Tacômetro - Aparelho que serve para medir o número de rotações por minuto do motor e, portanto, a velocidade de máquinas ou veículos; o mesmo que taquímetro.
Tank Container - Tipo de contêiner de forma cilíndrica, fixado dentro de uma armação retangular, nas medidas de 20 e 40 pés. É utilizado para o transporte de cargas líquidas.

Taquímetro - O mesmo que tacômetro.
Tara
- Peso de uma unidade de transporte intermodal ou veículo sem carga. Ao se pesar o total subtrai-se a tara, chegando-se assim ao peso da carga.
Taxa de Valor Liberado ou Released-Value Rates
- Taxa baseada sobre o valor do transporte.
Team Building - dinâmica de grupo em área externa, onde os participantes serão expostos a várias tarefas físicas desafiadoras, que são exemplos comparativos dos problemas do dia-a-dia da empresa. Tem como finalidade tornar uma equipe integrada.

Têmpera - Palavra utilizada no setor de Produção, que significa o processo de tratamento térmico nos aços, para que obtenha maior dureza e resistência
mecânica. Consiste no aquecimento do mesmo até ficar avermelhado e em
seguida é resfriado bruscamente colocando-o na água ou no óleo. Esta
operação faz com que haja uma aglutinação das moléculas do aço, tornando-o mais rígido e resistente. Geralmente é feito em setores das
peças/ferramentas que sofrerão forte impacto durante sua vida útil, ou ação constante em outras peças ou mesmo de outras peças.

Tempo de Compra - É o período compreendido entre a data de recebimento, pelo Departamento de Compras, do Pedido de Compra (via papel ou sistema) até a data do fechamento do pedido.

Tempo de Fornecimento - É o período compreendido entre o fechamento do pedido de compras junto ao fornecedor, até a data de entrega dos materiais no local combinado.
Tempo do Pedido de Compra
- É o período compreendido entre a requisição (via papel ou sistema) do usuário, até a aprovação final dos seus superiores, formalizando assim o documento (via papel ou via sistema), que seguirá para o Departamento de Compras.
Tempo de Recebimento - É o tempo compreendido entre a chegada do material, até a liberação do mesmo para estoque, após ter sido feita toda a conferência de quantidades, documentos, material (quebras, testes, se é o mesmo que foi solicitado, etc.).
Tempo de Ressuprimento
- É a somatória de todos os Tempos, ou seja, o Tempo do Pedido de Compra mais o Tempo de Compra, mais o Tempo de Fornecimento, mais o Tempo de Transporte, mais o Tempo de Recebimento. Compreende o fechamento do círculo, entre a requisição por parte do usuário final, até o material estar disponível para utilização.
Tempo de Transporte - É o período compreendido entre a data de entrega do material no local combinado, até a chegada do mesmo no local de destino.

Terminal - Ponto inicial ou final para embarque e/ou desembarque de cargas e passageiros.
TEU (Twenty Foot Equivalent Unit) - Tamanho padrão de contêiner intermodal de 20 pés.
THC (Terminal Handling Charge) - O mesmo que Capatazia.
Time to Market ou Tempo até o Mercado - É o tempo necessário para projetar, aprovar, construir e entregar um produto.
TKU - Toneladas transportadas por quilômetro útil.
TMS - Transportation Management Systems ou Sistemas de Gerenciamento de Transporte.
Toco
- Caminhão que tem o eixo simples na carroceria, ou seja, não é duplo.
To Order - Documento ou título emitido à ordem.

Touch Screen - Tela sensível ao toque.
TPA - Trabalhadores Portuários Avulsos.
TQC ou Total Quality Control - Literalmente, Controle da Qualidade Total. Sistema criado em todas as fases de uma empresa de manufatura, da engenharia de projeto à distribuição, que busca assegurar “defeito zero” na produção.
TQM (Total Quality Management ou Gestão da Qualidade Total) - Foi criado em 1985 pela Naval Air Systems Comand para descrever o seu enfoque de gerenciamento ao estilo japonês para o aperfeiçoamento da qualidade.
Trading Company - Termo utilizado para empresas, que operam no comércio internacional, importando e exportando mercadorias e/ou serviços próprios ou de terceiros.
Trackstar - Veículo utilizado no setor ferroviário para verificação e manutenção dos trilhos, dormentes e geometria.
Trade-off ou Compensação - Na sua forma básica, o resultado incorre em um aumento de custos em uma determinada área com o intuito de obter uma grande vantagem em relação as outras (em termos de aumento de rendimento e lucro).
Transbordo ou Transhipment - Transferir mercadorias/produtos de um para outro meio de transporte ou veículo, no decorrer do percurso da operação de entrega.
Transit Time - Termo utilizado no transporte marítimo, que significa o tempo que o navio gasta para completar uma viagem ou trecho/percurso.
Transporte - É a parte da logística responsável pelo deslocamento de cargas
em geral e pessoas, através dos vários modais existentes.
Transporte Intermodal - é a integração dos serviços de mais de um modo de transporte, com emissão de documentos independentes, onde cada transportador assume responsabilidade por seu transporte. São utilizados para que determinada carga percorra o caminho entre o remetente e seu destinatário, entre os diversos modais existentes, com a responsabilidade do embarcador.
Transporte Multimodal - é a integração dos serviços de mais de um modo de transporte, utilizados para que determinada carga percorra o caminho entre o remetente e seu destinatário, entre os diversos modais existentes, sendo emitido apenas um único conhecimento de transporte pelo único responsável pelo transporte, que é o OTM - Operador de Transporte Multimodal.
Trapiche - Armazém de mercadorias junto ao cais.
Treminhões - é o conjunto formado por um caminhão normal ou cavalo mecânico mais semi-reboque, engatado em 2 reboques, formando assim um conjunto de três carrocerias puxadas por um só caminhão. É muito utilizado no transporte de cana de açúcar.
Trick - é uma asa-delta motorizada que vem equipada com rodas e/ou flutuadores e assentos de fibra de vidro.
Truck - Caminhão que tem o eixo duplo na carroceria, ou seja, são 2 eixos juntos. O objetivo é aguentar mais peso e propiciar melhor desempenho ao veículo.
Turnover - Palavra em inglês, que na tradução quer dizer: rotatividade; movimentação; giro; circulação; medida da atividade empresarial relativa ao realizável a curto prazo; vendas.
UEPS - é a nomenclatura para o método de armazenagem, em que o produto que é o Último a Entrar no estoque é o Primeiro a Sair.
Umland
- Entende-se pelo ambiente físico portuário, ou seja, o porto em si, suas instalações, tarifas e a qualidade dos serviços que presta.
Uniqueness - expressão utilizada sobre a organização / empresa que é muito difícil de ser copiada.
Unitização - é agregar diversos pacotes ou embalagens menores numa carga unitária maior.
UPC - Universal Product Code ou Código Universal de Produto.
VAN - Value Added Network.
VDM – Sigla utilizada no transporte rodoviário, que significa Volume Diário Médio de Tráfego. É obtido pelo número do tráfego anual dividido por 365 dias.
Vento de calda - Expressão utilizada no transporte aéreo, que significa quando o vento está no sentido de direção da rota da aeronave.
Vento de proa - Expressão utilizada no transporte aéreo, que significa quando o vento está no sentido oposto de direção da rota da aeronave.
Vento de través - Expressão utilizada no transporte aéreo, que significa quando o vento está no sentido de direção para a lateral da aeronave, tanto em vôo de cruzeiro como para pouso/decolagem.
VFR - Sigla usada na aviação para designar as regras de vôo visual.
Vídeo Superstitial - São filmes publicitários (comerciais) feitos para serem
exibidos pela Internet. Possuem maior tecnologia e recursos de maior
interação com o usuário.
VLC - Veículo Leve de Carga.
VMC - Veículo Médio de Carga.
VMI - Vendor Managed Inventory ou Estoque Gerenciado pelo Fornecedor, que é quando o fornecedor em parceria com o cliente, repõe de forma contínua o estoque do cliente, baseado em informações eletrônicas recebidas.
Vorland - Significa o maior ou menor afastamento de um porto em relação às principais rotas de navegação ou sua área de abrangência marítima e, igualmente, influência a escolha do armador.

VU - Sigla utilizada no transporte aéreo, que significa a velocidade que a aeronave atinge e não pode mais desistir de decolar. A partir desta velocidade, que varia de acordo com cada tipo de aeronave, a desistência de alçar vôo, poderá significar acidentes ou maiores riscos, pois os comandos (freios, reversos, flape) podem não serem suficientes para parar com segurança.
VUC - Veículo Urbano de Carga.
XML - Extensible Markup Language, protocolo de comunicação.
Wharf age - Capatazia e taxas cobradas pelos portos e aeroportos relativas a utilização da infra-estrutura dos mesmos.
WCS - Warehouse Control Systems ou Sistemas de Controle de Armazém.
Wharfage ou Taxa de atracação - É a taxa cobrada pela administração de um porto para utilização do mesmo, nas operações que envolvem atracação, carga, descarga e estocagem nas docas e armazéns ligados ao porto.
Wireless - Sistema de acesso sem fio.
WMS - Warehouse Management Systems ou Sistemas de Gerenciamento de Armazém.
Workflow - Processo no qual a informação flui por toda organização, de maneira rápida e organizada, seguindo a sequência pré-estabelecida de tramitação.
WWW - World Wide Web.
Zona de Livre Comércio ou Zona Franca - é uma zona (local ou região de um estado ou país) onde os produtos ou materiais são considerados isentos de taxas e tarifas de importação, com anuência das autoridades fiscais governamentais.

Marketing na Logística Marketing como ferramenta logística é um dos processos da cadeia de suprimentos. Sua atividade hoje é de interligar o cliente ao restante da cadeia. Muito sabemos da sua importância, mas, como função logística vai além do simples fato do atendimento ao cliente e as vendas. Tem a ver com o posicionamento da empresa em relação ao mercado.
Posicionamento com objetivo de alcançar competitividade e conseqüentemente a lucratividade. Na Logística é uma das atividades de conexão com o cliente: demanda, produto, estruturação dos canais de distribuição. Para termos distribuição física é necessário implantarmos primeiramente toda a estrutura de canais de distribuição. Hoje, dentro de uma visão moderna de Supply Chain Management (Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos), os canais de distribuição tem quatro funções básicas: indução da demanda, satisfação da demanda, pós-vendas (todo o trabalho de relacionamento com o cliente, desenvolvimento de novos produtos e serviços com base em pesquisas no ponto de consumo) e troca de informações (NOVAES, 2001).
Com isso, percebemos a importância de Marketing a serviço da atividade logística, conectando o cliente à cadeia. Toda essa conexão dentro da cadeia (indústria, fornecedores e clientes) traz à tona estas funções alavancadas pelo starte do cliente gerando uma previsão (forecast) na cadeia.
Bem, como vemos o cliente inicia o processo logístico lá no ponto de venda. A indução de demanda é uma ferramenta poderosa na logística de marketing como propulsora do processo e conduz às outras funções como a satisfação da demanda onde iremos perceber não só a satisfação da demanda prevista, mas, sim poderemos observar uma demanda reprimida por algum produto ou serviço inexistente no mercado, mas que desejado por algum consumidor. É no ponto de venda que conseguimos captar essa satisfação da demanda através de pesquisas e informações obtida diretas com o cliente.
A pós-venda é uma das funções que atende o cliente quanto à satisfação, pesquisa de novos produtos e serviços e informações sobre o cliente. Em recente pesquisa revela que a eficiência deste serviço disponível ao cliente mostra a redução de custos ao longo da cadeia logística quanto a: previsão (forecast) diminui a margem de oscilações e consequentemente de erros (falta ou excesso de produto) e auxilia no processo de compras (quando e quanto comprar); aumento significativo na qualidade das informações sobre o cliente e suas preferências e isso nos leva a trabalhar com dados mais verídicos;
maior confiabilidade no desenvolvimento de novos produtos e serviços; redução de custos e transparência de informações ao longo da cadeia.

Além das funções dos canais de distribuição citadas acima devemos verificar o número de níveis intermediários e a largura do canal (número de empresas que atuam) na cadeia de suprimento.
Na questão do número de níveis de intermediários vamos ter três tipos de níveis, a saber:
- canal de nível zero (não possui intermediários entre o fabricante e o consumidor);
- canal de nível um (existência de um intermediário entre o fabricante e o consumidor) e
- canal de dois níveis (com dois intermediários entre o fabricante e o consumidor).
A largura do canal, ou seja, o número de empresas atuante no canal é verificado da seguinte maneira: distribuição exclusiva (único distribuidor na região); distribuição seletiva (mais de um distribuidor, porém haverá controle da atuação do mesmo) e distribuição intensiva (mais de um distribuidor de maneira aberta). A importância da quantidade dos níveis de intermediários e a largura do canal são fundamental no posicionamento da empresa no mercado, ou seja, de que maneira irá conquistar fatia de mercado(market share). É claro que estas decisões estão intrinsicamente ligadas na observação do tipo de produto com o seguinte questionamento: se forem produtos de consumo freqüente, produtos que irão envolver pesquisa e se são produtos especiais. A partir destas observações há condições para a estruturação e definição dos canais de distribuição e posteriormente chegarmos à distribuição física.
Portanto a Logística do Marketing leva a empresa a posicionar-se em relação ao seu produto: participação de mercado, da marca, dos serviços. A empresa passa a questionar se o cliente adquire seu produto ou o serviço oferecido em relação ao produto ofertado, e ainda sobre o percentual de participação dos produtos. Em relação à distribuição deve-se ter o cuidado de verificar algumas características em relação ao produto. Estas características são fundamentais para o posicionamento da empresa no mercado, pois uma má escolha no tipo de distribuição pode acarretar na interrupção das atividades da empresa.

Como citamos anteriormente, a preocupação com a demanda (indução e satisfação) é uma das funções do Marketing, pois é através da previsão (forecast) que conseguimos o ponto de equilíbrio entre a capacidade de produção e os pedidos dos clientes. Além disso, a previsão auxilia outras áreas como compras e distribuição. Outra função dos canais de distribuição é a constante troca de informações ao longo da cadeia objetivando a qualidade do nível de serviço entre os parceiros.
A importância do Marketing para a logística vai além do pensamento de comercializar (vendas) os produtos, embora isso seja importante. Mas não devemos nos ater somente nisso. A amplitude de marketing na cadeia está para o posicionamento de mercado, ou seja, como a empresa posiciona-se em relação ao mercado.

Contratação de Transporte - Como aumentar a eficiência operacional

Um país de proporções continentais. Uma malha rodoviária sucateada. Intensa burocracia entre os estados. Baixa remuneração dos serviços de transporte e, conseqüentemente, pouco investimento em manutenção, renovação da frota e qualificação das equipes de trabalho. Estes ingredientes são mais que suficientes para produzir baixos níveis de eficiência operacional quando o assunto é transporte.
Os resultados dessa "salada de problemas" são custos elevados, inconsistência nos prazos de entregas, depredação dos ativos, muita burocracia e alto índice de avarias. Tais barreiras geram a completa insatisfação dos clientes, altos custos para o embarcador e reduzidas margens de lucro para o transportador.
Pesquisa realizada recentemente pelo Centro de Estudos em Logística da UFRJ (COPPEAD/UFRJ) com varejistas de São Paulo e Rio de Janeiro indica que a eficiência média de entrega da indústria, em 2005, foi de 86,2%. Esse número acabou por gerar insatisfação no varejo, uma vez que a sua expectativa para esse atributo (eficiência de entrega) era de 96,9%. Segundo o mesmo estudo, as melhores práticas de entrega atingiram 95,5% de eficiência, ficando, ainda assim, abaixo das expectativas dos clientes varejistas.
Neste cenário, qual deve ser a atitude do gestor de logística? Reclamar enquanto aguarda de braços cruzados medidas do governo? A resposta é um estrondoso não. Muitas ações podem ser realizadas de imediato para evitar, principalmente, a insatisfação dos clientes.
A atitude pró-ativa deve começar na seleção dos parceiros de transporte. Em um país com as dimensões do Brasil é impossível ter uma ou duas transportadoras que cubram com eficiência todo o território nacional. A contratação de empresas de transporte especializadas em cada região trará resultados mais positivos para o embarcador e seus clientes. Essas transportadoras, além de atuarem com um foco maior, conhecem profundamente a cultura local e as características da malha rodoviária da sua área de atuação.
Ainda dentro do processo de seleção do parceiro, as escolhas do gestor de logística não podem ser embasadas exclusivamente em preço. Outros atributos precisam ser avaliados com precisão, tais como prazo de entrega, disponibilidade de troca eletrônica de dados (EDI), saúde financeira da transportadora, seguro de transporte, qualidade e disponibilidade da frota, situação das estruturas físicas da empresa e número de filiais, entre outros aspectos relevantes (os aspectos relevantes devem ser citados em sua totalidade ou então retiramos essa expressão). Ao levar em conta apenas o menor preço, o gestor estará correndo o risco de pagar mais caro ao final do processo devido à insatisfação do cliente.
Uma vez escolhidos os parceiros de transporte, o embarcador deverá estipular, comunicar e, principalmente, acompanhar as metas estabelecidas. São elas: eficiência de entrega, desempenho de coleta, índice de faltas e avarias e nível de satisfação de clientes e representantes. A cada desvio em relação às metas, o gestor de logística deverá solicitar um plano de ação corretivo. Persistindo o problema, a empresa contratante poderá providenciar a substituição da transportadora de baixo desempenho operacional. A preferência será dada para empresas dentro do seu plantel que estejam atingindo as metas estabelecidas. Com esta atitude, estará valorizando as transportadoras com melhor desempenho.
Para auxiliar no controle das metas de transporte é aconselhável que o embarcador possua um eficiente sistema de gestão de fretes. Esses sistemas são conhecidos no mercado pela sigla TMS (Transportation Management System).
Recomenda-se ainda que sejam formalizados contratos de transportes, pois, além de cobrir os requisitos legais da operação, esse tipo de documento poderá servir como um guia de procedimentos a serem seguidos pelas transportadoras. Assim, o gestor evita que erros sejam cometidos por falta de conhecimento dos cuidados necessários com a carga da empresa contratante.
Completando a estratégia, sugere-se a implantação de um sistema de premiação. Muitas empresas como Alpargatas, Boticário e Memphis, entre outras, têm utilizado meios de comunicação especializados em logística para divulgar as transportadoras de melhor desempenho. Esse tipo de premiação, além de valorizar as empresas de transporte que têm prestado bons serviços, serve como uma excelente argumentação comercial na conquista de novos clientes. Ao apresentar o seu plano de logística, o gestor poderá dar a garantia de um serviço eficiente de entrega, pois está utilizando uma transportadora com desempenho reconhecido.

Mudar de atitude no momento da contratação, fazer um acompanhamento intenso e constante de todo o processo e desenvolver um programa de premiação das transportadoras. Com essas ações, o gestor de logística poderá minimizar os problemas aqui relacionados, garantindo a satisfação dos seus clientes com os índices de desempenho almejados.

Você administra bem a sua frota de caminhões?

Segundo o RNTRC - Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga, em 30/05/2006 existiam 120.283 registros emitidos para empresas.
Considerando que nem todas estas empresas tem softwares específicos para administrar suas frotas e pela quantidade de perguntas que proprietários de transportadoras nos fazem, resolvi escrever este artigo para estas transportadoras.
Conversando uma vez com o dono de uma transportadora de uma cidade próxima a São Paulo, que utilizava 95% da sua frota trabalhando para fazer as entregas de produtos finais de uma indústria, descobri que ele não fazia quase nenhum controle diário dos seus caminhões. Seus motoristas saiam de manhã para fazer entregas em cidades do interior de São Paulo e voltavam no final do dia ou as vezes até a noite.
Ele não controlava quantos quilômetros rodou cada caminhão para fazer as entregas do percurso, quanto demorou em cada cliente para espera e descarga, consumo de combustível, etc.
Se os motoristas quisessem, poderiam fazer as entregas e utilizar o caminhão no resto do dia para outros serviços particulares e ainda com o seu diesel e ele nem perceberia. Ficava só na base da confiança.
É incrível pensar que isto ainda existe nos tempos atuais, mas não só existe como deve ser comum em grande parte destas mais de 120.000 transportadoras existentes no Brasil.
Hoje em dia, com os custos altos e o lucro apertado, é fundamental que não haja perda de dinheiro em nenhum setor da empresa.
Ter uma frota de caminhões rodando por todo o Brasil é um patrimônio enorme e importante que requer toda a sua atenção em administrá-lo bem.
Transportadoras muito grandes tem todo um aparato tecnológico com softwares de :
- Roteirização das suas entregas;
- Rastreamento imediato da localização exata de cada caminhão neste momento;
- Controle de Fretes com as bases de cálculos já previamente lançadas para agilizar o resultado;
- Gerenciamento da Frota com todos os dados necessários para controlar a mesma e assim estar em dia com as obrigações de documentos e a sua manutenção.

Mas o custo de aquisição destes softwares, o custo da manutenção mensal e o custo de se ter um profissional especializado dedicado para acompanhar diariamente, são grandes e nem todas as transportadoras tem condições de tê-los.
Mesmo não tendo, as transportadoras sempre existiram bem antes de ter estes softwares, que aliás foram desenvolvidos e aprimorados baseados nos controles e planilhas de acompanhamentos que as transportadoras utilizavam no dia a dia.
Muitas transportadoras cresceram rapidamente e seus donos nos perguntam como administrar melhor com o crescimento desta frota, já que uma coisa é administrar poucos caminhões e motoristas e outra é administar muitos caminhões e motoristas e até outras filiais que vão se criando.
Mesmo crescendo, estas transportadoras não tem dinheiro suficiente para investir em tecnologia com estes softwares citados acima, pois o dinheiro está investido na aquisição de mais caminhões e toda a despesa que os acompanham, como seguro, sua manutenção em geral, mais motoristas, etc.
O que aconselho para todos é o que vou relatar abaixo:
Continue a administrar com a mesma dedicação de antes, não importa o quanto cresça.
Para ajudar podem criar planilhas em Excel mesmo, com todos os dados necessários para acompanhar o histórico com a ficha de cada caminhão.
Abaixo alguns exemplos de dados para constar em cada planilha:

  • dados do caminhão (marca, modelo, capacidade, placa e chassis);
  • mês e valores de pagamento de IPVA, Licenciamento, Seguro Obrigatório e Seguro Geral;
  • Lançamento de multas;
  • Quilômetros rodados por dia (vem da ficha diária que o motorista tem que preencher com todos os quilômetros de cada entrega que fez e mais outros dados importantes);
  • Número de entregas no dia;
  • Outros dados diários importantes;
  • Controle de abastecimento (litros e R$ gastos);
  • Controle de óleo (litros e R$ gastos);
  • Gastos com peças e manutenção;
  • Gastos com pneus;
  • Controle de rodízio dos pneus de acordo com os quilômetros rodados;
  • Pêso diário do caminhão carregado (serve como subsídio para ver se está sendo bem aproveitado). Se o caminhão sair (for carregado) mais que 1 vez no dia, lançar a somatória das vezes;
  • Nome do motorista que utilizou o caminhão no dia;
  • etc.
Depois deve-se criar outras colunas que vão ser a combinação destas e que vão mostrar dados interessantes, como por exemplo a coluna "Ocupação", que será composta da divisão da coluna "Pêso diário" pela capacidade do caminhão, vezes 100, que dará o percentual de ocupação diário do caminhão. Serve para ver o quanto este caminhão está sendo aproveitado e se está sendo feito um bom dimensionamento da carga, de acordo com a capacidade do caminhão mais adequado.
Outro exemplo "Km/entregas", que será a divisão da quilometragem rodada no dia, pelo número de entregas realizadas no dia.
E assim por diante.

Fora estas planilhas por caminhão, tem que fazer uma outra com os gastos com motoristas, ajudantes, refeições dos mesmos, etc.
Costumo aconselhar também a estas transportadoras para que não descuidem da apresentação das suas equipes, ou seja, é importante que os motoristas e seus ajudantes estejam devidamente uniformizados, calçados com sapato fechado, com crachá de identificação, boa aparência (cabelo penteado e barba cuidada), sejam educados e comprometidos com a empresa.
Afinal, a apresentação destes profissionais é o cartão de visitas da sua transportadora.

Panorama do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil

Não é novidade para ninguém que no Brasil o modal rodoviário prevalece sobre os demais modais de transporte. Faltam estatísticas recentes, mas estima-se que atualmente o transporte rodoviário responda por 65% do total de cargas transportadas no país.
Na década de 50 o modal rodoviário respondia por cerca de 40% do total transportado no Brasil e a sua participação na matriz de transporte se elevou consideravelmente a partir da década de 60, estimulado pela vinda das indústrias automobilísticas e pelo subsídio no preço dos combustíveis. Também colaboraram para isso o histórico de serviço e a capacidade insuficiente dos outros modais e a falta de regulamentação do setor de transportes.
O Estado de São Paulo, responsável por 33,4% do PIB brasileiro apresenta uma matriz de transporte ainda mais distorcida, com 93,3 % de sua riqueza econômica sendo transportada pelas rodovias, 5,5% pelas ferrovias e 1,2 % pelos outros modais. Em São Paulo são 200 mil quilômetros de rodovias contra apenas 5,1 mil quilômetros de ferrovias e 2,4 mil quilômetros de hidrovias.
Países de dimensões continentais como a do Brasil, como Estados Unidos, Austrália, Canadá e Rússia possuem matrizes mais equilibradas, estimulando o uso dos modais alternativos e a prática da intermodalidade. Para que se tenha idéia da disparidade, os EUA contam com 228.464 km de ferrovias, a Rússia com 87.157 km, o Canadá com 48.909 km, contra apenas 29.798 km do Brasil, número inferior ao do nosso vizinho, a Argentina, que possui uma malha ferroviária de 34.091 km.

No Brasil o modal rodoviário enfrenta diversos problemas estruturais, dos quais destacamos:

· excessivo número de empresas no setor, o que provoca acirramento da competição e perda no poder de barganha junto aos Clientes

· “comoditização” do produto transporte

· má conservação das estradas

· roubo de cargas

· idade da frota dos caminhões

· pesada carga tributária

· pouca carga de retorno

· altos tempos de espera para carga e descarga

A última pesquisa realizada pelo IBGE em 2001 apontava a existência de 47.579 empresas de transportes, número 37% superior ao apurado na pesquisa realizada em 1999, que contabilizava a existência de 34.586 empresas. Esta mesma pesquisa apurou que em 1992 eram 12.568 empresas, portanto, houve um aumento de 279 % no número de empresas em menos de 10 anos! Estima-se que sejam cerca de 72.500 empresas atualmente, sendo 12.000 delas com mais de 5 funcionários.
O mercado está saturado; estima-se que 85% das cargas existentes esteja terceirizada. E como não há barreiras legais ou econômicas para a entrada de novos competidores, a situação tende a piorar. Muitas empresas do setor sucumbirão diante dos desafios, mas outras novas empresas surgirão numa velocidade muito maior!
Os serviços de transporte passam por um processo de “comoditização”, ou seja, praticamente não existem diferenças significativas entre as opções existentes e as decisões da grande maioria dos Clientes baseiam-se única e exclusivamente no custo.
A degradação da malha rodoviária acarreta aumentos de custos operacionais de até 40%, gastos adicionais com combustíveis de até 60% e tempos de viagem maiores em até 100 %. A pesquisa CNT 2004 realizada em aproximadamente 75.000 km de rodovias em todo o Brasil apontou que 74,7% da extensão avaliada apresentava algum tipo de imperfeição. Nos EUA, numa malha de 6.406.296 km, este mesmo índice não chega a 5%!
No Brasil, de uma malha rodoviária de 1.744.433 quilômetros, apenas 9,4% encontra-se pavimentada. O Brasil que já investiu cerca de 2,0% do PIB em infra-estrutura de transportes, gastou míseros 0,1% em 2004!
Em 1992 o prejuízo com o roubo de cargas era de R$ 25 milhões e atualmente vem alcançando cifras ao redor de R$ 1 bilhão. Em 2003, segundo a CNT (Confederação Nacional dos Transportes), foram 11mil roubos a caminhões, significando prejuízos em torno de R$ 700 milhões. O item gerenciamento de risco passou de 5% para 15% da receita bruta das empresas de transportes, envolvendo algo em torno de R$ 1,5 bilhão / ano. E apesar de todo aparato criado para prevenir o roubo de cargas, as quadrilhas inovam a cada dia, impondo novos desafios às autoridades e às empresas de transporte.
76% da frota de caminhões no Brasil tem mais de 10 anos; especialistas americanos recomendam a utilização máxima de 8 anos. A idade média da nossa frota é de 18,8 anos e nas pesquisas realizadas foram constatados veículos com mais de 40 anos de uso. São mais de 800.000 caminhões com mais de 20 anos de uso, quase a metade da frota brasileira de caminhões, estimada em 1.850.000 veículos. A média americana não ultrapassa os 7 anos!
A questão tributária é outro ponto relevante. Diretamente, ela consome cerca de 30% do faturamento das empresas de transporte, fato extremamente injusto, se consideramos que instituições financeiras têm uma carga equivalente a 55% disso. Além dos 61 tributos existentes no Brasil, as empresas ainda gastam algo equivalente a 1% de seu faturamento para garantir o cumprimento das 93 obrigações fiscais acessórias, materializadas em livros, declarações, guias, formulários, etc.
Com 57,1% do PIB brasileiro concentrado nos Estados da Região Sudeste e outros 17,8% nos Estados da Região Sul, torna-se praticamente impossível equilibrar o fluxo de carga nas viagens de ida e volta, comprimindo ainda mais a já pequena margem da empresa de transporte de cargas. A rentabilidade sobre a receita das grandes empresas de transporte de carga varia de 2% a 4%, conforme apresentado no ranking das maiores empresas do setor publicado pela Revista Transporte Moderno em Novembro/2004. É muito pouco para tanto esforço!!!
O cenário atual é preocupante e o futuro assustador. Há uma dependência muito grande das autoridades públicas para que os principais problemas sejam resolvidos, porém, na prática, há pouquíssimos sinais de que algo realmente concreto ocorra.
Enquanto isso, as empresas de transporte terão que apertar ainda mais os seus cintos e torcer para que alguma alma iluminada possa valorizar devidamente um setor importante e estratégico da nossa economia!

Empurrar ou Puxar a Distribuição dos Produtos?

Geralmente, os sistemas de distribuição estão entre um puro sistema de empurrar e um puro sistema de puxar.
Uma fábrica freqüentemente tem um armazém para estocar uma pequena quantidade de produto acabado e os centros de distribuição freqüentemente puxam produtos das fábricas para se ajustar às flutuações das vendas num ambiente predominantemente de empurrar.
Realmente, em grande parte dos sistemas de distribuição, alguma combinação de empurrar e puxar é a solução que oferece os maiores benefícios. Alguns desses benefícios são:

  • reduzir as transferências de estoque entre os armazéns;
  • utilizar cargas completas nos veículos para transferir das fábricas aos centros de distribuição;
  • reduzir o estoque de segurança do sistema todo;
  • utilizar o sistema "cross docking" nos centros de distribuição;
  • utilizar expedição direta da fábrica aos clientes;
  • melhorar o nível de serviço ao cliente.

Um puro sistema de puxar apresenta alguns benefícios e economias de custo que incluem:

  • pequenos armazéns nas fábricas;
  • alto nível de serviço ao cliente;
  • cargas completas dos caminhões das fábricas até os centros de distribuição.

Uma vez que todos os produtos são estocados nos centros de distribuição, o único espaço na fábrica é um pequeno armazém para formar a carga. Isso permite à fábrica utilizar seus espaço para a produção e eliminar a necessidade de um completo sistema de armazenagem, reduzindo, portanto, os custos.
Um elevado nível de serviço ao cliente é a meta de qualquer empresa. Um sistema 100% de empurrar que utiliza grandes corridas de produção incorre em várias penalidades, incluindo:

  • grandes armazéns nas fábricas;
  • tempo mais lento de atendimento dos pedidos e , conseqüentemente, dos clientes;
  • maior número de expedições com cargas incompletas.

Estes armazéns aumentam o tamanho da fábrica, o quadro de funcionários e também restringem a habilidade da fábrica em expandir as áreas de produção no futuro.
Uma forma de reduzir o tamanho do armazém na fábrica é diminuir o tamanho dos lotes de produção. Isto pode ser uma redução de tempo de preparação de máquinas, investimento em equipamentos de produção para aumentar a capacidade, melhorar a eficiência, reduzir as intervenções com manutenção corretiva, etc.
Um tempo mais lento para atender os pedidos reduzirá o nível de serviço ao cliente, isto é, à medida que os pedidos levam mais tempo para chegar ao cliente, isto poderá gerar vendas perdidas e os clientes podem preferir outras fontes de fornecimento.
A maior penalidade ocorre quando a carga não completa o volume de um veículo, e isso cria a necessidade de combinar diversos pedidos de outros clientes quando possível, o que pode tornar ainda mais lento o tempo de resposta.
Quando os pedidos não podem ser combinados, os custos de transporte aumentam significativamente.
Entretanto, devido ao fator das inacuracidades da previsão terem maior impacto num sistema de puxar, isto resulta em:

  • nenhuma transferência de estoque;
  • menor estoque de segurança;
  • menor inventário no sistema;
  • oportunidades de expedição direta da fábrica aos clientes.

Um sistema de distribuição de puxar funciona melhor num ambiente com uma variedade de pontos de produção, muitos pontos de distribuição e uma grande variedade de tipos de produtos.



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